Sarah Montserrat Eu podia sentir uma mão atravessando minha garganta e puxando meu esôfago para fora, meus pulmões se comprimiam numa lufada de forte, tão forte que eu esqueci de como se respirar e perdi um pouco da consciência. Doía violentamente. Eu me sentia arrasada, mas não por sentir qualquer afeto por Chaz, por ser minha mãe. “Nosso amor é antigo”. Ele me traía com ela, com certeza. Por mais que eu tenha ignorado na época, eu me lembro perfeitamente de quando eles conversavam. — Belo terno, querido. Gucci? Hugo Boss? — Mãe! — a repreendi, ela tinha costume de reparar demais. Meu pai estava na mesa de jantar conosco, não muito contente com o meu noivado. — Armani — Chaz se sentou ao lado de Geórgia, enquanto ela passava as mãos pelo tecido do terno freneti

