O ar estremeceu. Não como quando um mago lança uma magia forte demais, nem como quando o campo energético de um híbrido entra em combustão. O que aconteceu ao redor de Isla não tinha comparação. Era uma vibração que vinha de baixo da terra, do céu, das montanhas, dos ossos—mas, sobretudo, vinha dela. A anciã foi a primeira a sentir. Afastem-se! — gritou, voz cortando a câmara ritual como uma lâmina. Mas era tarde demais. O símbolo no chão, desenhado com runas impossíveis de identificar, brilhou em um tom violeta metálico que o mundo simplesmente não possuía. Era como olhar para uma cor que não existia até então. Natasha recuou três passos, ofegante. Os olhos de Lucian se arregalaram. E Isla… permaneceu imóvel. Ou porque não conseguia se mexer, ou porque estava ouvindo algo que nin

