A madrugada ainda não tinha ido embora quando o castelo voltou a respirar. Os corredores de Eryndor estavam mais quietos do que o normal, não por paz, mas por reverência. Os guardas sabiam que algo havia acontecido. Não sabiam exatamente o quê, mas sentiam. A energia que antes os envolvia como um manto constante agora pulsava diferente, mais densa, mais consciente. Isla m*l percebia o caminho de volta aos aposentos reais. O corpo parecia leve demais, como se estivesse sustentado apenas pela mão firme de Lucian em sua cintura. Cada passo exigia atenção. Não por dor, mas por exaustão profunda, daquela que não se mede em músculos, e sim em alma. Quando a porta se fechou atrás deles, o mundo finalmente ficou pequeno o bastante. Lucian encostou a testa na dela, os olhos fechados por um segu

