Alina Hakan O sol já havia nascido, mas eu continuava deitada. Os meus olhos estavam abertos, fixos no teto. Dormir? Era impossível. Cesur Demir … O olhar dele… “O teu maior erro…” Virei-me para o outro lado da cama e fechei os olhos, tentando voltar a dormir. Inútil. Quanto mais tentava esquecê-lo, mais a imagem dele voltava. Os olhos intensos. A voz firme. A forma como me olhou… Tudo ao mesmo tempo. Toc. Toc. Sem sequer me virar, respondi com a voz abafada pelo travesseiro: — Pode entrar, Azul. A porta abriu-se imediatamente. — Bom dia, dorminhoca! Antes que eu pudesse reagir, Azul saltou para cima da cama, sentando-se sobre mim. — Ah! Azul! Ela começou a encher-me o rosto de beijos. — Só podia ser tu… — Porque estás assim? Olha essa carinha! Não dormiste, pois n

