1. Um Encontro, um beijo, uma mentira

1831 Words
Tommaso Siena, Itália Aprendi desde muito cedo que ter dois anos a menos que o meu irmão, me obrigaria a fazer coisas que eu não queria fazer. Era como se eu tivesse nascido para limpar as sujeiras do meu irmão. E cá estava eu mais uma vez. Longe de casa e totalmente fora da minha zona de conforto. Em frente a uma faculdade, tentando lidar com as merdas do meu irmão mais velho. Mas desta vez era diferente. Sua “sujeira” tinha belos p****s e pernas torneadas. Ela é gostosa para o c*****o, eu devo dizer. Linda como o sol da manhã. Eu só não entendia porque ela vinha para faculdade com roupas tão curtas e brilhantes. Isso era algo que eu teria que investigar. A futura esposa do capo da máfia não deveria ter certas libertinagens. Talvez por isso que eu tenha sido enviado. Eu tinha bem mais pulso firme do que o meu irmão. Acompanhei o carro de perto. Já era noite e ela com certeza estava dirigindo para o lado oposto da sua casa. Quando o carro parou em uma boate, entendi tudo. Era uma boate no subúrbio de Siena. E o tempo que estive nesse lugar foi suficiente para saber que garotas não deveriam andar por aqui sozinhas. Muito menos em roupas tão curtas. Aquele era um antro de promiscuidade e eu conhecia bem. Só não entendia porque a filha de Domenico Mancini estava por aquelas bandas. Desci do carro a seguindo de perto. Observei ela entrar na boate e cumprimentar algumas pessoas. Uma de suas amigas me parecia conhecida. Talvez eu tenha transando com ela e não lembre. Não tem como marcar o rosto de todas as mulheres que eu transei na minhas estadia aqui. Ela sentou sorridente, enquanto suas amigas enchiam a mesa de bebidas coloridas. Duas garotas e três homens, mas um eu tinha quase certeza que era gay. O do lado esquerdo estava claramente interessado nela. Dava para notar pela forma que ele aproveitava qualquer oportunidade para tocar em suas pernas e costas. E que belas costas, devo dizer. A coxa nua por debaixo da cadeira. Era ela muito gostosa. De um jeito que fazia meu p*u latejar. Horas a observando e eu já estava completamente obcecado pela forma que ela tirava o cabelo do caminho. A forma que ela sorria com dentes largos. A forma que apertava a perna quando descruzava, como se quisesse proteger sua mina de ouro. Ouvi meu pai dizer que ela era virgem. Mas é claro, para casar com o futuro capo da Camorra essa era uma das exigências. Com certeza Domenico cuidava muito bem do seu pote de ouro. Será que ela vestia um cinto de castidade por baixo daquele mini vestido? O homem ao lado dela fez uma investida. Beijando seu pescoço e apertando suas coxas. Ele já havia conseguido uma dança com ela minutos atrás. Mas ela estava claramente desconfortável. Com certeza pensando que estava prometida a um Giordano. Ela não era louca a ponto de ceder. Minutos depois ele tentou beijá-la. E ela tentou se esquivar. Decidi que hora de eu intervir e quebrar alguns ossos. Levantei abrindo caminho no meio das pessoas do meu jeito agressivo. Alguns empurrões e cotoveladas. Uns até tentaram revidar. Mas guardei minha energia para o filho da p**a que tentou beijar a garota. O puxei tão forte que ela veio junto, caindo ao lado dele. O segurei colarinho e soquei seu maxilar. O sangue espirrou na minha camisa branca e usei os pés para chutar sua face. O prazer esquentava minhas veias. Fervilhando como adrenalina. Esse era o tipo de trabalho que eu adorava fazer. Quebrar alguns ossos por pura diversão. — Meu Deus! Pare! O que você está fazendo? — as mãos pequenas puxaram minha camisa. Mas não fez diferença. Eu era corpulento demais para qualquer garota. — Meu Deus, alguém ajude. A verdade é que todos sabiam quem eu era naquela p***a de boate e ninguém iria me impedir de matar aquele filha da p**a. Apertei sua mandíbula com a ponta do meu sapato. Caro demais para aquele filho da p**a. Uma penas, porque eu gostava desses sapatos. Um último chute e o homem estava inerte. Fraco como um rato. — O que você fez? Seu louco! Psicopata. — olhei para as mãos pequenas me puxando. Quase rasgando a minha camisa. Ela não era forte o suficiente, mas era bem corajosa. Segurei seus pulsos. Seu olhar furioso encontrou o meu. Tanta raiva que poderia acender um pavio. — Vamos! — puxei o seu pulso com força suficiente para ela tropeçar em seus saltos. — O quê? Me solte! Seu louco! — Vamos, Giovanna! Pare de lutar, p***a! — Como sabe o meu nome? Quem é você? Eu não vou com você para lugar nenhum! Usei um pouco mais de força para puxá-la no meio das pessoas. Curiosas o suficiente para olhar, mas medrosas demais para intervir. — Alguém me ajude! Chamem a polícia. A puxei de encontro ao meu peito, apertando suas mandíbulas em minhas mãos. Foi tempo suficiente para analisar o seu rosto. Bem mais bonito de perto. Olhos e cabelos castanhos. Pele clara e sedosa. Olhar penetrante. Ela tinha alguma fúria em seu olhar. Petulância. Teimosia. — Ninguém vai te ajudar aqui. Você sabe pelo menos onde está, Giovanna? — Como você sabe o meu nome? — Eu sei até a p***a do seu endereço. Quem dirá o seu nome. Agora ande. — Espere. Meu pai te mandou? Suas pernas cambaleavam, a fazendo tropeçar. A segurei pelas pernas a colocando no ombro direito. Minhas mãos tocando na pele nua de sua coxa. Em algumas passadas estávamos no estacionamento. A coloquei no chão, porque seria difícil enfiá-la na Ferrari sem bater sua cabeça no teto. Seria um desperdício um hematoma naquela pele perfeita. — Entre! — exigi. — Por que está me sequestrando? — Se eu estivesse te sequestrando, a primeira coisa que eu iria fazer é calar a p***a da sua boca. Agora entre no carro. — Não sem você me dizer quem é você. E por que me tirou da boate? Você não pode me dar ordens como se eu fosse um cachorro e esperar que eu aceite. — a forma que ela gesticulava chegava a ser cômica. — Você é teimosa, não é? Ele levantou as sobrancelhas e me encarou. Seria engraçado se eu não estivesse no limite da minha irritação. Dei um passo em sua direção, fazendo sua b***a encostar na porta do carro. O medo se tornou evidente em seus olhos, apesar da sua coragem. — Primeiro você sabe que p***a de lugar é esse? Esse lugar é perigoso para uma garota. Seu pai sabe que você está aqui? Ela encolheu o ombro. Uma gota de suor escorrendo em sua testa. — p**a que pariu! Você é muito burra, garota. E por que estava beijando outro homem se você está noiva? — Eu não beijei ele. Ele tentou me beijar. — Mas você dançou com ele. Se esfregando igual uma… — engoli a minha raiva para não ofendê-la. — Você não fez escândalo quando ele te tocou. Mas fez quando eu te salvei dele. — Você quase o matou. — seus lábios formaram uma linha fina. — Precisava ser tão rude? Tossi uma risada estranha. Coloquei minha mão em seu quadril, obrigando seu pequeno corpo a sair do meu caminho e abri a porta do carro. — Entre. Eu vou te levar para casa. Esperei que ela entrasse. Ela o fez, mas não sem antes me dar uma olhada raivosa. Grunhindo e se arrastando para o meu banco igual uma felina. Me acomodei no meu lugar e dei partida no carro. Seus olhos analisando cada detalhe meu. Tentando encontrar respostas. Não pude deixar de analisar suas coxas nuas roçando no meu banco. Seus s***s pulando para fora do decote. — Você… é Riccardo Giordano, não é? O meu… futuro noivo? — Sua pergunta mais parecia uma afirmação. Dei de ombro, me recusando a dar explicações. — O que te fez pensar isso? — A tatuagem no seu pulso. — ela apontou para o meu pulso. O brasão da família tatuado no meu pulso, meio que entregava que eu era um Giordano. — Eu não queria… você sabe… eu não… Eu não beijei aquele cara lá. Ele me beijou. E também nunca fui naquela boate antes. Eu só queria me divertir um pouco. Por favor, não rompa a aliança. Meu pai vai me matar. Sem contar que o nome da minha família… — Se você pensasse no nome da sua família, você nem colocaria essa p***a de vestido que mais parece um guardanapo. A Giovanna puxou o vestido para baixo. Travando mais as pernas. Meu p*u latejou na calça. Me obrigando a me ajeitar no banco. Nem me dei conta que estava tão duro, até começar a doer. — f**a-se! Encostei o carro e me inclinei para pegar o meu casaco no banco de trás. Ela se encolheu no banco, quando meu corpo roçou no dela. Assustada como uma ratinha. Eu poderia só jogar o meu casaco para ela e cobrir o motivo da minha ereção, mas os animais são seres irracionais. Eu estava mais próximo de um animal do que de um humano quando o assunto era mulheres. A Giovanna era a presa mais fácil que eu poderia ter em minhas garras e isso me excitava para o c*****o. Retirei meu cinto, seguido do dela. A puxando por sua coxa. Minha mão segurou seu crânio de forma possessiva. Obrigando seus lábios colaram nos meus. Minha língua achou o lugar rapidamente em sua boca quente e macia. Para minha surpresa, ela se inclinou sobre mim, montando nas minhas pernas. Suas mãos puxando meus cabelos e me obrigando a enfiar minha língua mais fundo em sua boca. Conseguia sentir o cheiro da sua b****a molhada roçando na minha ereção. Impulsionei meu quadril para frente para sentir um pouco mais. Até acho que poderia gozar se encontrasse o ponto perfeito. Mas era tão perigoso. Ela não era minha para tomar. Eu teria que dar muitas explicações se passasse dos limites. Mas do que eu já passei. Mas e se ficasse entre a gente? Será que ela conseguiria manter segredo? Como se notasse minha confusão, ela se afastou. Seus olhos encontraram os meus por um instante. O sabor do seu gloss de morango dominava a minha boca. Junto com o sabor do álcool. Ela parecia um pouco bêbada, o que justificava sua ousadia anterior. — Desculpa. — ela falou, saindo de cima de mim e voltando para o seu banco. Eu poderia dizer tantas coisas e esboçar tantas reações. Mas eu não consegui falar nada. Eu só peguei o casaco e coloquei na frente da minha calça. Até conseguia sentir um líquido molhando a minha glande. Ficamos em total silêncio. E não pude explicar a ela que eu não era o seu futuro noivo Riccardo, e sim Tommaso, o irmão do noivo dela.
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