Capítulo 2

1608 Words
Rodrigo: Depois de uma longa viagem, cheguei em casa. Parei o carro na garagem e desci, olhei de relance para a casa vizinha ao lado e, franzindo o cenho, observo as luzes acesas que até ontem não estavam. Meus olhos fixaram na janela aberta e nela vejo uma garota que sorri feito uma boba olhando para o nada. Saí do meu transe, quando escutei o barulho do carro do meu irmão e com ele a minha irmã caçula. A sem vergonha saiu de casa ontem e só agora está chegando. Eles brigam, ela começa a gritar e dizer que não temos o direito de se meter na vida dela. Entramos em casa e logo começa a pequena discussão e a vontade que tenho é dá uma surra em Isabella para que ela deixe de ser rebelde. Subi para o meu quarto, antes que eu realmente dê uns bons tapas naquela garota. Porque ela está merecendo, após esgotar toda a minha paciência. Olhei para o lado e a janela onde a garota estava há poucos minutos ainda continua aberta. Meu celular toca, olho para a tela e vejo ser o Bruno. — Alguma merda deve ter acontecido, para ele me ligar a essa hora. Falei descendo as escadas e olhando cada parte da casa, estranhando o silêncio. Ligação — O que foi Bruno? — A sua irmã, ela está aqui na boate bêbada, já tentou tirar a roupa várias vezes. — Droga! Tenta segurar essa pirralha aí. Estava agora a pouco a procurando pelos cômodos da casa. Hoje ela aprenderá a me obedecer. Que menina malcriada e mimada! De repente, me senti sendo observado, olhei para trás e vejo a maldita garota de novo. Seu rosto mudou de cor, eu a encaro por alguns minutos. Até sentir um cheiro suave, fechei meus olhos, inalando e abri novamente. Me sinto embriagado pelo maldito cheiro dela. Parei de encará-la e entrei em casa, encerrando a ligação com o Bruno. — Vou buscar aquela pirralha! Esses dias, estou muito estressado, preciso relaxar um pouco. Digo para mim mesmo. Depois de alguns minutos estou saindo, tiro o carro da garagem e meus olhos vão direto para janela ao lado. Parei por alguns instantes e fiquei observando a forma sexy em que ela está da janela olhando em minha direção curiosa. Saio do meu transe e sigo meu caminho para buscar a mimada da minha irmã. Cheguei na boate, peguei a minha irmã no colo e a carreguei para o carro. Olho para o rosto dela, tão delicado, e a minha raiva toda passa. Depois que a mamãe faleceu, nosso pai se afastou como se fôssemos culpados ou ele nunca tivesse nos amado. E quando arranjou outras mulheres, passou a nos maltratar. Ela foi quem mais sofreu com a rejeição do papai, passou de sua princesinha a renegada. O papai pode ter deixado de tratá-la como sua princesinha, mas ela ainda é a minha princesa, minha bonequinha. Chegando em casa, subi as escadas com a Isabella nos braços, encontrando o Diogo no caminho. Ele abre a porta e a coloco na cama. — O que aconteceu? A Isabella não estava em casa? — Não, estava na boate! Proibirei a entrada dela lá. Ela saiu escondida, amanhã mesmo bloquearei todas as suas contas e cartões. — Vai precisar mesmo disso, Rodrigo? — Sim, vai Diogo. Isabella hoje passou de todos os limites. — Ela é a nossa princesa, Rodrigo. — Justamente por isso é que vou dar um jeito nessa situação. Ele assente de cabeça e vai para o seu quarto. Entrei no meu, tomei um banho e me joguei na cama cansado. Acordei e são 7:00 da manhã, levanto, faço minha higiene. Desço as escadas e estranho, tudo está em um completo silêncio. Vou até a cozinha e a mesa está posta. Tomo meu café e sigo para a empresa. Resolvo alguns assuntos, hoje é dia de visitar às fábricas e fazer vistorias. Às horas se passam e esqueci até de almoçar. Volto para empresa e como alguma coisa por aqui mesmo. Termino todo trabalho e me encosto na minha cadeira fechando os olhos para relaxar um pouco. Fico assim por alguns minutos. — Preciso t*****r, já tem uns 4 dias que eu não tenho uma boa noite de f**a. Penso comigo mesmo! Levantei, olhei para o meu relógio e são quase dez da noite. Vou para a garagem, pego meu carro e sigo para a boate. Entro, tomo uns dois drinks, fico ali parado no tempo. Quando chego em casa, são quase uma da manhã, para minha surpresa, encontro minha irmã me esperando. E eu sei bem o porquê! — Rodrigo, por que você bloqueou minhas contas e meus cartões? — Adivinha? Se adivinhar, posso te dar uma boa gorjeta, já servirá para comprar nem que saiba uma calcinha. Ela me olha furiosa e sobe escadas, me deixando ali na sala. Vou até o bar e me sirvo de uma dose de whisky. — Para aguentar a minha irmã, só de cara cheia. Digo em pensamento e dou risada. Ela desceu novamente e dessa vez com os olhos vermelhos, cheios de lágrimas. — Isso não é justo, Rodrigo! Você é meu irmão, eu também sou dona da metade dessa fortuna. — Sim, você é! E quem disse o contrário? Só que não te darei nenhum centavo, quero que você procure uma coisa para fazer. Retome sua faculdade de direito ou de dança. Farei questão de pagar do meu bolso, sem tirar um centavo do seu dinheiro. Se não quiser, venha trabalhar comigo ou com o Diogo. Você acha que a mamãe iria gostar de ver a sua situação atual, Isabella? A coisa de que ela mais gostava era de vê-la dançar. Então, comece a fazer alguma coisa para que você possa se orgulhar de si mesma. Ela começou a chorar e pulou em meus braços, como se ainda fosse aquela criança de alguns anos atrás. Ela sempre fazia isso quando eu reclamava das suas travessuras. — Desculpa, Rô! Não queria desapontar você. Sento no sofá com ela em meu colo e faço carinho em seus cabelos. — Tudo bem, minha princesa. Eu só quero o seu bem! Ela apenas assente com a cabeça e começa a cochilar. Minutos depois, vejo que ela dormiu em meu colo. Quando olhei para a porta, meu irmão estava nos olhando com um sorriso no rosto. — Que foi? Quer sentar em meu colo também? Vem! Ele revirou os olhos e me mostrou o dedo do meio. — Essa sua pose de durão não me engana, Rodrigo. Revirei meus olhos e subi com a Isabella em meus braços. Coloco-a na cama e vou para o meu quarto. A primeira coisa que faço é abrir às janelas, o tempo mudou drasticamente. Tá calor! Entrei para o banheiro, tomei um banho e coloquei apenas uma cueca boxe, já que está calor. Sentei-me em minha poltrona e comecei a sentir o ar fresco da brisa que entra pela minha janela. Meu p*u ficou duro do nada. Droga! Liberei-o do aperto da cueca e comecei a massageá-lo bem devagar. Fechei meus olhos, movimentando-o em um vai e vem bem lento. Depois de alguns segundos fazendo o mesmo movimento, meu p*u endureceu ainda mais ao sentir aquele maldito cheiro. Inalei o ar profundamente, abri os olhos e lá está ela… me observando sem conseguir desviar o olhar. Isso me deixou ainda mais e******o, ao saber que ela está me observando. Fixei meus olhos nela e aumentei os movimentos de vai e vem. Ela bateu a janela na minha cara e fechou as cortinas… e eu acabei gozando com essa situação. Levanto e vou me limpar, amanhã terei uma conversa com essa atrevida curiosa. Acordei e a primeira coisa que faço é olhar para a janela, que continua fechada. Fico pensando no que aconteceu essa madrugada, eu gozei ao perceber a garota me observando. — Mas que merda é essa, Rodrigo? Me perguntei em pensamento. Saí da cama, tomo um banho, faço minha higiene e desço para o café da manhã. Termino e vou até a casa ao lado saber o motivo dessa garota ficar me observando. Toco a campainha e logo sou atendido, não estava preparado para essa imagem à minha frente. A garota está com roupas de dormir, suas coxas grossas e seus s***s salientes, apontando os b***s. Ela é realmente perfeita, seus olhos azuis, sua boca de lábios finos, seus cabelos negros escorridos pelas costas. Ela me encara e posso vê a vergonha estampada em seu rosto. E aparenta ser mais nova que a minha irmã! Depois de alguns minutos em silêncio olhando um para o outro, ela fala: — Me desculpe pelo que aconteceu na madrugada, não foi minha intenção ser indiscreta. Olhei para ela de cima a baixo e soltei um sorriso sem humor. Estou cheio dessas mulheres descaradas. — Nova aqui, senhorita? — Sim! Ela responde. — Da próxima vez, não precisa ficar espiando às escondidas, é só me chamar que terei o imenso prazer de… paro de falar e vou me aproximando lentamente dela e falo em seu ouvido: — Fodê-la bem devagar. Pelo que vi, você gostou do meu p*u. Ela olhou para mim de olhos arregalados e reação. Depois de alguns minutos, ela respondeu: — Quando você quiser fazer suas perversões, é só fechar às cortinas e a janela do seu quarto, seu filho da mãe. E bateu a porta na minha cara. Saí pisando duro, por tamanha ousadia. Sentei à beira da piscina de minha casa, fiquei tentando lembrar de onde vi aqueles olhos e sentir esse mesmo perfume. Esse cheiro não é comum!
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