Naquela mesma noite Peterson a questionou sobre o jantar, Alice por sua vez levantou do sofá chorando, foi para o quarto se vestiu e foi para cozinha preparar o jantar.
Alice se questionava como faria para sair daquele casamento r**m, como faria para se livrar daquele homem a qual jurou amá-la e respeitá-la.
A mesma enquanto fazia o jantar deixava lágrimas caírem e pensando como ela foi estúpida se apaixonando por esse homem, e em como foi cega deixando tudo e todos por ele.
Alice não tinham amigos, já que os mesmos se afastaram durante o namoro deles. Todos enxergavam o que Alice achava ser qualidades. Sua mãe não falava mais com ela, pois a mesma foi contra o casamento.
Alice se via sozinha com aquele homem, que podia até matá-la. A única amiga que ainda mantinha um pequeno contato era Aurora, no qual estudaram juntas na universidade e criaram uma amizade, porém Aurora morava em Boston e ela em Florida, m*l se falavam, porque Peterson não gostava de Aurora, e quando se falavam era muito rápido.
Alice não falava dos seus problemas com o marido, mas Aurora percebera que sua amiga não era feliz, porém nunca dissera nada. Queria que Alice se abrisse, mas nunca o fizera.
O jantar ficou pronto, Alice arrumou a mesa, e foi chamar Peterson.
— Peterson, o jantar está pronto.
— Até que enfim, você é uma lerda mesmo, não serve para nada. Vamos logo antes que eu quebre essa sua cara.
Alice não estava afim de jantar, porém para não ter mais outro problema, ela se sentou e jantou com Peterson, o mesmo não parava de olhá-la.
Eles comeram em silêncio.
Após o jantar, Peterson se levantou e puxou Alice pelo cabelo arrastando a até o quarto.
— Você não irá dormir enquanto eu não disser, terá que me satisfazer, e caso eu não ache proveitoso, você será castigada.
A noite foi terrível para Alice, ela teve que se submeter a Peterson, fazendo sexo oral, anal e ainda apanhando, pois Peterson nunca estava satisfeito. A mesma dormira quase ao amanhecer.
Ao amanhecer Peterson acordou e foi tomar banho, ao sair do banho Alice já não estava na cama, ele foi até a cozinha e viu que ela estava fazendo o café.
Ele retornara para o quarto e se arrumou. Alice por sua vez estava fazendo o café já bolando um modo de sair dessa violência física e mental, já não suportava mais aquilo.
Ela terminou o café, arrumou a mesa para o café e foi tomar banho. Ela pensou como faria para se sustentar, onde moraria, e o principal, como fugiria de Peterson.
Alice se arrumou, Peterson já estava na sala esperando por ela.
— Já podemos ir, Peterson.
— Vamos logo, eu tenho uma audiência hoje de manhã.
— Ok.
Alice aproveitara que Peterson passou a manhã toda fora do escritório, e pesquisou vagas de emprego em uma editora. A mesma se candidatou a 3 vagas, sendo uma em Florida, Washington e Boston. Estava empolgada, pois poderia realizar as entrevistas via conferência, já que Peterson não a deixaria sair e nem concordaria com isso.
Ela também consultou um advogado para verificar o divórcio, decidira que era o melhor a se fazer, mas como faria para Peterson assinar e concordar sem matá-la? Ela teria que pensar como faria, mas já estava decidida.
A tarde Peterson já estava no escritório, não trocaram mais que meia dúzia de palavras. Alice estava toda machucada, cheia de hematomas pelo rosto e corpo, porém Peterson não se importava, ele queria que a mesma não tivesse um traço bonito, para que ninguém olhasse para ela, para a mente doentia dele, ela era só dele, e ninguém poderia ver sua beleza.
Os dias foram passando, Alice era agredida constantemente, a mesma já tinha pedido o divórcio falando para seu advogado.
Passara um mês, Alice estava com um olho roxo, um braço quebrado, Peterson não poupara de nada, já que todo inferno era pouco, a mesma começou a passar m*l, tendo enjoos, e tonturas.
Foi a uma farmácia para compra remédios para as dores do braço, Peterson estava esperando no carro sem paciência.
— Por favor vocês tem esses remédios? Atendente prontamente pegou a bula e foi pegar os remédios. Alice estava pensativa quando se sentiu m*l, vendo tudo. embaçado, acabou desmaiando.
Peterson descera do carro e foi de encontro a Alice caída no chão, cheia de pessoas em volta dela. O farmacêutico disse que chamou uma ambulância, coisa que Peterson não gostou, o mesmo pensara em levá-la para casa e lá resolver a situação.
A ambulância chegou e colocaram Alice na mesma. Peterson acompanhara a ambulância até o hospital. Alice estava sendo atendida. Já acordada questionou o que estava acontecendo...
— Olá senhora Madson, meu nome é Dr. Boston, você lembra o que aconteceu?
— Desculpe Dr, mas tudo que lembro é que minhas vistas estavam escuras e não lembro de mais nada, mas eu estou bem? Tenho algo grave?
— Não senhora, você está um pouco abaixo do peso, um pouco anêmica, no qual deveremos tratar, devido ao seu estado.
—Estou confusa, dr. Qual estado?
— Você está grávida de 4 semanas, e deve se cuidar, vou chamar seu marido, ele vai ficar feliz.
— Não Dr, por favor não fale para ele da gravidez, eu quero contar como forma de surpresa.
Alice pedia, implorava para que Peterson não saber, pois agora mesmo ela teria que fugir e criar seu filho sem traumas e violências.
O médico concordou achando que ela faria algo para surpreender o marido. Deixara Peterson entrar no quarto, onde o mesmo olhou pra ela com raiva.
Peterson questionou o médico o que sua esposa tinha, o médico disse que era só anemia e falta de peso, mas que ela iria ficar bem.
Peterson assentiu e Alice foi liberada.
Chegando em casa, Peterson a pegou pelo braço e jogou a no sofá.
— Você achou que eu não percebi a forma que o médico olhou para você, todo sorriso, o que você disse a ele para conquistá-lo? Ele te tocou nos s***s? Alice não conseguia responder, só chorava e pensava em seu bebê. Ele te tocou na sua b****a? Responde sua vagabunda. Ele bateu no rosto dela, onde a mesma já chorava e dizia que não, que o médico só fez os exames para descobrir o que ela tinha. Peterson não acreditou e bateu nela, mesmo com o braço quebrado Alice fez de tudo pra ele não bater na barriga dela. A noite foi longa e terrível para Alice.