Raphael Vermattos — Obrigada, tio Rapha! — Luíza agradece enquanto entramos em meu carro. — Mas por que você quebrou o nariz dele? — Porque ele está agindo como um idi.ota! Desde quando eu não posso interferir no seu futuro? E quem deu permissão para que ele gritasse comigo? — balanço a cabeça. — Eu sei que não sou seu pai, como ele gritou para mim, mas eu sempre me senti responsável por você, Lu. Talvez até mais do que ele. Se ele não tivesse dito primeiro que você nunca entraria nos negócios, eu teria dito! Eu quero você livre dessas coisas, sempre quis. Você é a minha garotinha... você sempre será a minha garotinha! — Mas eu estou crescendo, tio Rapha... não sou mais uma garotinha. — ela fala baixinho. — Mas também não é a mulher que ele quer que você seja. Você tem que amadurece

