" — Meu Deus! O que foi isso?" — penso enquanto me afasto o mais rápido que posso de Luíza, sem correr. — "Como posso estar ex.citado? Luíza é minha garotinha!" Confuso, não sei se me ex.citei mais com a travada que ela deu no meu p.a.u ou com o gemido dela! " — Nenhuma mulher gemeu dessa forma para mim! Submissa ou não!" — começo a andar de um lado para o outro, longe do salão, e acendo um cigarro. — Ca.ra.lho! — falo baixinho. — O que foi isso? Olho na direção do salão, vejo Henrique saindo de lá devagar, vindo em minha direção. Sinto o sangue fugir cada vez mais do meu rosto, a cada passo que ele dá. — O que foi, Rapha? — ele quase ri me olhando. — Parece que viu um fantasma. Está branco como papel. Aconteceu alguma coisa? — ele pergunta mais sério, acendendo um cigarro. — Foi o a

