Beijei a sua testa e o abracei de conchinha, observando o seu pescoço marcado. A essa altura, a minha barriga já roncava um pouco alto. Pensei em sair para comprar algo para a gente comer quando ele acordasse e antes de me levantar e sair do quarto, cheirei a sua pele macia e a beijei, fazendo ele estremecer, mas não sem acordá-lo. Yoongi mesmo dormindo entrelaçou os seus dedos nos meus e isso só me trazia lembranças felizes...
— Onde estamos indo?
— Comemorar. — riu largo.
— E o que vamos comemorar?
— Você foi aceito na universidade, né? Precisamos comemorar isso.
— Uau, e eu achei que você ia dizer que eu não tive mérito algum. — ri surpreso.
— Olha, você é um garotinho mimado, mas isso não quer dizer que eu não vou ficar feliz por você. O que quer estudar?
Caminhamos de mãos dadas para um destino que eu ainda não conhecia e eu estava animado porque pela primeira vez Yoongi estava demonstrando interesse em algo meu. Então eu lhe contei que ia cursar biologia e ele me encarou espantado. Acho que por essa ele não esperava e eu acabei tendo mais perguntas sobre Yoongi. Perguntei se não queria entrar na faculdade e ele me disse que tinha vontade de estudar gastronomia. Ele gostava do seu trabalho. No início tinha sido só algo para ele conseguir se virar sozinho na vida, mas depois ele percebeu que era a sua paixão. Ele admirava a chef do restaurante e ela gentilmente lhe ensinava muitas coisas, mas Yoongi precisava de um diploma para ser "capacitado" e ganhar um título e um cargo de chef em qualquer restaurante.
— E porque você não faz a prova? — questionei. — Ia ser legal a gente ir para a mesma universidade.
— Não seja i****a. — foi com isso que ele encerrou o assunto e eu tive medo de continuar, porque percebi que o seu sorriso entristeceu. — Estamos quase chegando.
Às vezes eu não sabia o que fazer ou dizer a ele, então eu ficava calado. Eu achava que era melhor evitar dizer mais alguma coisa que o magoasse, mas os relacionamentos não deviam ser assim. Eu devia ter sido mais seguro, ter incentivado ele a se permitir sonhar mais. No entanto, eu começava também a sentir o peso das nossas diferenças. Eu não entendia o mundo dele. Para mim, Yoongi não tinha que continuar a sofrer só porque sua vida começou assim, mas não me sentia no direito de falar isso a ele, quando eu vivia em uma bolha de privilégios.
— Aqui. — voltou a falar só quando paramos de frente a um karaokê.
Entramos e quase não conseguimos uma sala vazia, era a última. Nos sentamos e Yoongi foi logo mexendo no controle. Não fiquei surpreso quando ele colocou a música do seu dorama favorito e me entregou o microfone. Eu estava maravilhado por ele ter me levado ali. A gente finalmente era um casal e ele estava mesmo entrando naquilo de cabeça, eu pensei.
— Me mostra o que sabe, Kookie. — me desafiou.
Peguei o microfone e comecei a cantar. Imediatamente, ele me olhou com a boca escancarada, mas não se intimidou, começou a cantar e eu caí no sofá de tanto rir.
— Cala a boca, seu bostinha. Porque você é tão bom em tudo o que faz? Se eu soubesse que você cantava assim não tinha te trazido aqui.
— Mas você canta fofo. — o puxei para o meu colo. — Continua, vamos tirar uma pontuação alta.
Eu pensava que até mesmo a voz do Yoongi combinava com a minha. A gente fazia um dueto e tanto. Ele continuou cantando e como sabia a letra de cor não tirou os olhos de mim e eu não tirei os meus olhos dele. Apertei a sua cintura e aí ele simplesmente largou o microfone e me beijou. Eu diria que aquele beijo estava cheio de todos os sentimentos dele por mim. Era intenso e realmente me deixou sem ar. O jeito como ele me agarrava e movia a sua boca na minha não era como sempre. Então ele me olhou sério e pela primeira vez e também última, me disse:
— Eu te amo, Jungkookie, e isso me assusta.
Eu lhe disse que não tinha o que temer, que eu nunca ia deixá-lo, mas tinha algo a mais, não é? Ele sentou-se de frente para mim e continuou me beijando e do jeito que moveu os quadris, eu vi que os planos de cantar iam tomar outro rumo. Yoongi estava e******o e mesmo que ali não fosse local para aquilo, eu o apertei forte e mordisquei o seu pescoço. Ele apertou as mãos no encosto do sofá e ergueu o pescoço, gemendo manhoso.
— Quer me f***r aqui?
Agitei a cabeça, enquanto roçava de leve minha ereção na sua b***a. Eu queria fodê-lo em qualquer lugar. Yoongi chupou a minha orelha e depois o meu pescoço. Enfiei as mãos por dentro da sua camisa e esfreguei os seus m*****s delicados. Ele me olhou nos olhos, gemendo, e de repente ele riu e eu o encarei confuso.
— Eu perdi a virgindade em um karaokê.
— Depósito de material esportivo da escola. — confessei também rindo dos lugares incomuns onde fizemos sexo pela primeira vez.
— Não podemos ser pegos. — me alertou.
— Eu sei. — respondi ofegante.
— Eu te quero na minha boca.
Meu corpo estremeceu e Yoongi enfiou a mão nas minhas calças. Segurei a sua b***a, apalpando devagar e forte. Ele não parava de me beijar, enquanto batia uma pra mim, me preparando para estar dentro da sua boca. Mordi o seu lábio e enrosquei a língua na sua, a chupando. Ele me encarou ofegante e saiu do meu colo. Sentou-se ao meu lado e me puxou para si, me deixando de joelhos, com o seu corpo preso entre as minhas pernas. Yoongi deixou seu corpo escorregar um pouco pelo sofá do ambiente e levantou a minha camisa, dando beijos estalados na minha barriga.
Ele puxou minhas calças para as minhas coxas e eu agarrei os seus cabelos, ele me olhou cheio de desejo e segurou a minha b***a.
— Quer tanto assim? — falei esfregando o meu p*u no seu rosto e ele balançou a cabeça.
Segurei minha ereção firme e bati no rosto do Yoongi, fazendo meu pré-g**o criar linhas melequentas que ligavam meu p*u a sua pele ruborizada.
— Kookie, lembra da primeira vez que nós dois transamos? — sua voz era quase um gemido manhoso, enquanto ele roçava as unhas na minha b***a.
— Cada detalhe. — como eu poderia esquecer?
— Eu quero que diga aquilo de novo.
Mordi o meu lábio, rindo satisfeito, entendendo muito bem o que ele queria. Esfreguei o meu p*u na sua boca e ele abocanhou minha glande, fazendo um barulho alto de sucção e um pouco de saliva escorreu por sua boca. Então eu realizei o seu desejo e disse com um tom ainda mais e******o do que no passado:
— Você é a minha p*****a, Yoongi.
— Isso. — gemeu manhoso com o puxão que dei nos seus cabelos. — E o seu p*u é todo meu?
— Sim. — o encarei como um predador.
— Então, eu vou cuidar dele, mas você tem que f***r minha boca, Kookie. Eu quero ela che-
Só que antes dele concluir o seu desejo óbvio, eu meti meu p*u todo dentro da sua boca e ele me olhou com os olhos marejados e a bochecha tão cheia quanto queria. Meu p*u cutucou sua boca, enquanto sua língua movia-se sinuosamente espalhando sua saliva. Continuei xingando o Yoongi, como eu sabia que ele gostava, e fodendo sua boca. Só parei quando ele estava ficando sem ar e se afastou, mas eu continuei segurando os seus cabelos rosados entre meus dedos e encarando seu rosto avermelhado.
Seu corpo estava ofegante e nitidamente e******o. Meu p*u pulsava querendo mais prazer, então eu lhe dei com minha mão, mantendo a mira no rosto do Yoongi. Ele me encarava ansioso e em segundos eu espirrei meu g**o no seu rosto. Era indescritivelmente sexy ver minha p***a escorrendo pela sua face, mas aí ele ainda passou o polegar por ela e o levou a boca chupando como se fosse a coisa mais gostosa que ele já tinha provado em sua vida e eu quis compartilhar o sabor com ele. Então ataquei os seus lábios em um beijo voraz que aos poucos foi se acalmando. Eu dedilhava seu corpo, indo a cada ponto sensível que eu já conhecia e ele gemia. Beijei o seu pescoço grosso, mordi sua orelha e perguntei como ele queria gozar.
— Eu gosto do jeito que você enfia a sua língua e me fode devagar. — foi a sua resposta.
E como aquilo só podia mesmo ser um pedido, joguei o seu corpo deitado sobre o sofá e ele logo virou-se de costas. Abaixei as suas calças e acariciei a sua b***a macia e cheia de marcas, deixando um rastro de beijos molhados por suas costas. Yoongi se empinou e eu apertei as suas nádegas fazendo com que elas parecessem ainda mais fartas. Aí eu a abri e seu buraquinho estava à minha espera. Passei a minha língua em volta dele e ataquei o centro, até finalmente atender seu pedido. Meti a língua dentro do seu ânus, mexendo ela do jeito que Yoongi dizia gostar. E por mais sexy que fossem seus gemidos manhosos, aquele não era o lugar para sermos tão descuidados.
— Ei, vamos ser pegos. — alertei.
— Mas está tão gostoso. É como se você estivesse devorando a minha b***a. — se empinou mais.
Encaixei a boca na sua entrada e o chupei, metendo ainda mais fundo a língua dentro dele e o fodendo com ela. Mas ao perceber que ele continuaria a gemer alto, ameacei parar e o que ele disse foi um simples:
— Que se dane. Me fode logo do jeito que eu quero.
E com isso Yoongi empinou sua b***a e rebolou contra o meu rosto. Sua b***a redondinha batia no meu rosto e eu só queria dar umas boas palmadas nela. Só que ia chamar muita atenção. A segurei mais forte e Yoongi soltou um gemido lânguido, enquanto não parava de xingar baixo. Percebi quando ele apertou o sofá com força e gozou, molhando a sua cueca completamente.
Bati a porta do seu quarto o mais silenciosamente possível e saí nas pontas dos pés. Fui até o mercado e caminhei por todas as ruas que ainda guardavam as nossas memórias vivas. Não tinha nada que não me lembrasse de nós dois.