- Glúteomaníaco

3170 Words
Olá a todos. Meu nome é Caio e eu sou viciado. Muitos vão rir ou desprezar o meu vício. Ok, não é nada grave ou tóxico como drogas ou bebidas. Também não é um distúrbio sério como bulimia. Alguns até vão dizer que não é um vício e sim um fetiche... Mas vocês não estão na minha pele... É um vício sim! Sou viciado em bundas. Esse vício nasceu comigo, quase como uma extensão de mim. Quando eu era criança eu amava bater e apertar a b***a dos outros. Adorava dormir com a cabeça encostada no bumbum da minha mãe ou do meu pai. Pra mim era a melhor parte dos meus cochilos. Sentir aquele travesseiro fofinho e quentinho. Eu fui crescendo e os cochilos e os apertões foram ficando mais esporádicos, a contragosto tenho que dizer. Meu pai logo me proibiu de ficar apertando e pedindo pra dormir encostado em sua b***a, algum tempo depois minha mãe fez o mesmo. Mesmo sem muita explicação eu fui entendendo que pegava m*l fazer aquelas coisas. Me acostumei a deixar aquela parte de mim trancada em um quartinho escuro no meu cérebro e fui vivendo a minha vida. E deu muito certo por um tempo. Sem pensar muito meus olhos sempre eram atraídos pro bum bum dos outros, homens, mulheres crianças... De um jeito tão entranhado na minha essência que eu nem tinha muita consciência que eu fazia. Até aflorar os hormônios. Foi a primeira grande epifânia na minha vida. Meu corpo se desenvolvia junto com meus desejos. Meu vício escancarou a porta daquele quartinho escuro e empoeirado e tomou conta de mim com uma força que me deixou desnorteado. Ver uma b***a bonita agora me deixava e******o instantaneamente. Na primeira vez que aconteceu eu lembro que estava na sala de aula. A Bia que sentava na minha frente deixou cair um lápis e se abaixou pra pegar.  Foi um momento mágico e assustador. Ela se inclinou e seu bumbum de 13 anos em pleno desenvolvimento foi totalmente delineado pela calça tactel do uniforme. Pela primeira vez na minha vida minha admiração pelo glúteo alheio veio acompanhado por um formigamento estranho e quase doído vindo da minha virilha. Parecia que meu p***o estava esquentando e crescendo?! Olhei para os lados preocupado e envergonhado e tampei minhas partes rápido, mas ninguém prestava atenção em mim ou a minha primeira e confusa ereção. Tudo isso durou cerca de 5 segundos. Ela se inclinou, pegou o lápis e voltou a lição. Mas pra mim aquela cena me acompanhou o resto do dia. Eventualmente eu me acalmei e amoleci. Evitei olhar para qualquer outra b***a aquele dia e notei que era só eu pensar nisso que eu sentia aquele formigamento estranho. Em casa não contei pra ninguém o que tinha acontecido e a noite, seguro dos olhares curiosos, debaixo das cobertas e protegido pela escuridão, deixei minha mente viajar e me masturbei pela primeira vez. Comecei uma nova fase da minha vida. Era eu ver uma bundinha mais cheinha, ou com um rebolado mais bonitinho que eu já salivava. Normalmente as das meninas nessa época eram mais desenvolvidas mas tinha uns menininhos mais roliços que também chamavam minha atenção. Meus amigos e colegas entraram na puberdade junto comigo mas era visível como eu era mais pra frente. Eu olhava e comentava sobre as meninas bundudas nessa época e meu jeito tarado me fez virar o palhaço da turma.  Eles me chamavam de taradão e eu entrava na zuera feliz. Comecei a ter mania de bater na b***a dos meus colegas. Que delícia era bater numa b***a redondinha e ouvir aquele "Tap" alto. Alguns riam, outros se ofendiam, mas no geral sempre levavam numa boa. Eu chegava em casa e batia punheta até meu p***o arder.  Quanto mais carnuda e delineada melhor. Uma vez, por volta dos meus 15 ou 16 anos eu andava na rua e, sem me conter, bati na b***a de uma mulher que passava por mim. Era uma b***a linda e grande. Ela olhou assustada na minha direção e eu retribui o olhar espantado. Não havia sido proposital...Havia sido instintivo. Levei um belo tapa no rosto e cheguei em casa com o lábio sangrando naquele dia. Foi maravilhoso. Comecei a pegar as meninas muito cedo. Eu era bonito, simpático e tarado. Essa combinação me rendeu muitas meninas bundudas. Meus amigos me zoavam que eu não olhava pra ver se a mina era bonita e sim se tinha um popô gostoso. E era verdade. Eu pegava as meninas e apertava a b***a delas, fazia carinho, beliscava... Mas não demorava muito e eu acabava chupando o dedo. Eu não conseguia me controlar e acabava assustando as gurias. Eu tinha consciência que havia algo errado comigo e esse sentimento só se agravou quando fui t*****r pela primeira vez.  Era uma peguete da minha sala. Levei ela pra casa e começamos a dar uns amassos. Eu tirei a roupa e ela também. Quando eu vi sua bundinha branca e redondinha eu fiquei louco. Bati, mordi, beijei ela inteira. A menina ria meio assustada e sem entender mas eu já tinha me esquecido dela. Só aquele pedaço de carne sagrada me importava. Coloquei a camisinha e tentei colocar ela de quatro mas ela se negou veemente a me dar aquilo que eu mais queria. Brigamos e não nos falamos mais. Conversei com meu melhor amigo sobre isso e ele riu entendedor. Ele me explicou que a maioria das meninas não gostavam de dar a b***a. Diziam que doía demais. Vi meus desejos escoarem pelo ralo. Comecei a pegar as meninas mais piranhas da escola. Aquelas que tinham damas de rodadas ou fáceis. Nem me importava se a b***a não fosse grande coisa. Melhor um bumbum mais ou menos do que nenhum. Mas o resultado foi categoricamente o mesmo. Todas tinham receio ou nojo ou insegurança em dar a b***a pra mim. Também não curtiam ou aguentavam muito meus tapas e apertos carinhosos... Cheguei até a perder a virgindade com uma delas mas o prazer que eu senti foi raso e momentâneo. Minha fama de tarado e pegador começou a me afastar das minas do colégio no mesmo grau que me aproximaram dos caras e colegas machões. Me vi viciado em fotos e vídeos pornôs. Me dava um prazer agridoce ver aquelas atrizes cedendo tão facilmente o que eu não conseguia nem por reza.  Foi nessa época que eu tive minha segunda epifânia. Tinha acabado de entrar no colegial e depois de uma aula de educação física particularmente cansativa por conta do calor decidi entrar no vestiário pra tomar uma ducha (coisa que quase ninguém fazia na época, seja por vergonha ou por machismo). Entrei no vestiário e me deparei com uma cena que...bem... Me mudou por dentro. Tinha um garoto se trocando.  Pode parecer nada de mais. Afinal homem semi nus apareciam até em novela. Mas ao vivo, a poucos metros de mim, era a primeira vez que via a b***a de um cara. Ele estava de costas pra mim e, providencialmente, com a b***a exposta. Ele estava colocando uma calça brim. Eu simplesmente não conseguia tirar os olhos de sua b***a. Era mais musculosa, mais firme... Entrei e sentei no banco perto do rapaz. Hipnotizado pela b***a firme e desenvolvida dele. Era uma b***a que aguentaria uns bons tapas e mordidas.  Mas não era só a b***a que me atraia. As coxas grossas e a cintura esbelta masculina dava um ar de força naquele meu sonho de consumo. Ele com certeza era do segundo ou terceiro ano pra ter aquele corpo já de adulto. Ele vestiu a calça e eu suspirei voltando a mim. A magia havia acabado. Antes dele ir embora ele olhou pra mim de um jeito meio irritado e sem graça. Provavelmente tinha percebido minha manjada. Quando fiquei sozinho no vestiário eu me tranquei em um box e toquei uma bronha alucinante. Deixei a água cair bem quente no meu corpo enquanto massageava meu p*u com sabonete. Na minha cabeça só vinha a b***a do rapaz.  Naquela noite eu analisei minha própria b***a no espelho de casa e fiquei e******o com o que vi. Eu tinha aquela b***a firme e as coxas grossas em desenvolvimento. Minha b***a era bem bonita, lisa e carnuda. Toquei a melhor punheta da minha vida só me olhando no espelho e gozei gemendo e chorando de vergonha. Fiquei acordado a madrugada inteira e tomei ciência de três coisas: - Eu tinha um sério e conturbado vício em bundas; - Bundas masculinas me excitavam ainda mais que as femininas; - Eu precisava, com urgência, comer uma bundinha, qualquer uma. Ou ia ficar louco. Procurei sobre esse meu vício no nosso mestre que sabe de tudo: Sr Google. Ironicamente sobre esse assunto não havia nada de relevante. Haviam alguns tópicos e fóruns sobre fetiches ou gosto por b***a, mas nada clinicamente diagnosticado. Nem nomenclatura sobre obsessão em bundas existe! Um absurdo se parar pra pensar já que existe nome até para vício em ser operado (tomomania). Decidi então criar o nome para o meu vício: Glúteomania.  Revi os mesmos pornôs que eu via anteriormente só que agora eu prestava mais atenção na b***a do cara que comia. Comecei a assistir bastante pornô gay também e percebi que com um cara meu desejo se realizaria mais facilmente, afinal só tem uma via nesse caso. Entrei na academia e tratei de melhorar meu corpo e minha b***a. Muito agachamento e muita esteira. Os caras de lá me deixavam loucos com aqueles shorts curtos e aquelas marcas de cueca cada vez que dobravam as pernas.  Eu não sabia se o vício estava mudando minha sexualidade ou vice e versa. E na verdade eu nem me importava muito. Eu só queria satisfazer meu desejo. No colégio os meus colegas ainda eram molecotes. Corpos magros e espichados com bundas magras e ossudas. Mas vocês acham que isso me impedia de dar uns tapas brincalhões na turma toda? De jeito nenhum! Sempre que eu podia eu bulinava alguns dos meus amigos. As vezes era um carinho malicioso, as vezes um apertão mais forte. Mas sempre na vista de todos, assim o gesto era visto como zoação. Fui praticamente o precursor de brincadeiras como o cuecão e de abaixar as calças alheias no colégio. Eu já era o líder da garotada então qualquer sugestão que eu dava era seguida a risca como uma ordem. Assim, um por um, acabei vendo a b***a de todos os meus colegas com essas brincadeiras.  Eu forçava essas situações saca? Via um carinha de costas e já comentava com meu grupinho pra ir lá e zoar ele... Era infalível. Em instantes o cara já tava ou de b***a de fora ou com a cueca bem apertada no rego.  Na academia as coisas eram diferentes. Lá não tinha meninos magros e fraquinhos (até tinham, mas não era a maioria). Lá eu lidava com rapazes ou homens. Era esse tipo de corpo que me atraia, com coxas maiores, bundas mais adultas. Fiz amizade com um cara lá logo nas primeiras semanas. O Fael. Um ano mais velho que eu, magro e esbelto. Cintura fina e glúteo pequeno mas já formadindo. De homem. Meu jeito descolado,o zuera e tarado logo conquistou a confiança dele e depois do treino a gente sempre ia tomar banho no vestiário. Cara que delícia ver ele se trocar ou tomar banho!  Eu não conseguia me segurar e sempre ficava e******o. Ele as vezes percebia e me zoava dizendo que eu precisava de uma b****a. Minha fama de tarado já havia me precedido e ele nunca imaginaria que era o objeto das minhas taras. Enquanto meus "pupilos" do colégio iam ficando com corpos mais desenvolvidos e apetitosos eu ia me desenrolando com o Fael pouco a pouco. Fui forçando uma i********e pra conseguir ao menos dar uns tapas de zuera naquela b***a pequena e gostosinha. Era muita coisa pra olhar e pouca ação. Comecei a participar dos treinos de futebol e vôlei das outras turmas do colégio pra poder vê-los no vestiário. No meu tempo livre eu frequentava a academia. Tudo pra poder observar aqueles corpos se esticando e alongando. O resultado foi que ganhei um corpo de responsa. Forte, definido e cheio de músculo. Fiquei com uma b***a cheia e carnuda. Passei a ser mais respeitado e admirado tanto na academia quanto na escola. Eu era o pacote completo: bonito, gostoso, zoeira e bundudo. Mas essa obsessão pela minha e pela imagem alheia também me trouxe um revés. Repeti o segundo ano. O que foi r**m, mas insignificante comparado a minha conquista triunfal : estava quase comendo o Fael. Já estava há quase 2 anos na academia e tinha dobrado de tamanho. O Fael estava mais gostosinho também mas já não parecia mais velho que eu. Os papéis se inverteram. Agora era eu que "comandava" a amizade. Fiz ele se acostumar a levar uns apertos na b***a. No começo ele me xingava um pouco mas com o tempo foi amansando ao ponto de nem reclamar mais. As vezes eu colocava minha mão na b***a dele enquanto ele tomava banho e continuava a conversar como se nada estivesse acontecendo.  Ele me adorava e pedia conselhos sobre as minas que pegava, ou sobre sexo. Abracei esse papel de mentor. Com o tempo contei do meu "fetiche" por bundas e ele pareceu mais compreensivo com minhas atitudes. Eu via que ele começava a me olhar de outra forma. Demorou muito mas percebi que ele começou a me olhar com um certo interesse temeroso. Minhas investidas estavam modificando sua cabeça. Eu sempre elogiava sua bundinha gostosa. Pedia pra olhar ela, pra apertar... E ele foi cedendo. Cheguei a pedir pra ele ficar nu e de costas pra tirar uma foto e, depois de um tempo de argumento consegui o que queria. O vestiário da academia era nosso santuário. Ele estava confuso mas eu sempre deixava ele a vontade comigo. Ele começou a ficar e******o com essas proximidades e eu disse que era normal devido a tamanha i********e que tínhamos. Sugeri começarmos a tomar a ducha no mesmo chuveiro. Minha vontade era prensar ele na parede e tomar aquela bundinha pra mim, mas conseguia me controlar me punhetando frequentemente. Ele começou a ir na academia na hora do almoço, pois ela ficava sempre vazia nessa hora. Fui indo devagar. Ensaboei suas costas num dia, desci para suas pernas em outro... E com o tempo subi para sua b***a. Ensaboei ela metodicamente. Massageando com calma e carinho. Ele foi abrindo as pernas e murmurando que aquilo era loucura, que ele não era gay... Eu fui tranquilizando ele. Eu também não era gay, mas aquela bundinha era gostosa demais, que eu queira ter ela pra mim só aquela vez... Ele se virou pra mim e me beijou sedento. Era a primeira vez que eu beijava um cara e pra ser sincero não foi r**m não. E se isso deixava a ele mais solto não ia fazer cerimônia. Beijei ele com vontade enquanto apertava seu traseiro. Com paciência virei ele de novo de costas e ajoelhei. Abri suas nádegas e vi seu buraquinho lindo piscando pra mim. Cai de boca e ele gritou de prazer. Eu beijava e mordiscava aquele buraquinho como se fosse um boca. Sem sequer tocar em meu p*u eu gozei. Gemi e fiz um favor pro meu brother tocando uma punheta nele, que gozou na velocidade da luz. Ele sentou no chão do box envergonhado e eu sentei do lado dele. Ele me disse que eu tinha feito ele virar viado. Que estava apaixonado por mim e não queria isso pra vida dele. Pousei minha mão em sua bundinha enquanto fazia um carinho em sua cabeça. Aquela bundinha já era minha e se fosse preciso namorar o Fael pra continuar com ela eu o faria sorrindo. Prometi mundos e fundos pra ele, o tranquilizei da melhor forma cafajeste que eu pude e logo nós dois estávamos excitados de novo, mas o vestiário já estava cheio do lado de fora e preferimos não tentar a sorte. Ele foi minha primeira bundinha. Comi ele de todas as formas imagináveis. De quatro, conchinha, papai e mamãe...Em casa, no vestiário, na rua... Me afogava naquela b***a, naquele orifício divino... Sempre em segredo lógico, se não meus pupilos machistas da escola podiam querer se afastar de mim e ver a b***a deles era o ponto alto do meu dia no colégio. O Fael não ligava de levar uns tapas e mordidas. Não ligava de eu dormir encostado em seu popô. Em alguns dias nem sexo a gente fazia. Só de eu ficar beijando e chupando sua bundinha eu já ficava feliz. E por um tempo isso me bastou. Mas vocês sabem como é o vício né? Quando meus amigos da escola enfim pegaram um corpo legal eu comecei a investir neles. A maioria era presa fácil, já me idolatravam e ceder o rabinho pra mim era quase um favor que me faziam. Deixei um pouco o Fael de lado pra sair pra bebedeira com meus parceiros da sala. De noite, bêbados e com os hormônios a flor da pele, era muito difícil eles mesmo não pedirem pra serem bulinados. E o Fael começou a querer mais de mim do que apenas um sexo maravilhoso. Ele queria compromisso e chorava igual a uma donzela quando eu me irritava e falava que só estava com ele por conta da sua b***a. Não demorou muito pra terminarmos. Até hoje lembro da bundinha pequena e gostosa dele. Repeti mais uma vez o segundo ano e meus pais me tiraram da escola pra fazer ensino técnico. Chiei um pouco, meus amigos e presas agora tinham bundas de homens. Mas como dependia deles não tive muito o que fazer. Sem o Fael e longe dos meus amigos voltei a ficar na seca. Marcava encontros na internet mas a maioria dos caras dispostos a me dar o bumbum eram magros e ossudos... Eu queria carne!  Continuava a frequentar o treino do vôlei e do futebol do meu antigo colégio, precisava extravasar energia e observar as bundas dos jogadores me acalmava um pouco.  Entrei numa escola de futsal também pra ver se encontrava alguma b***a mais carnuda. Por não ter muito tempo livre agora estou de recuperação no curso... Sei que isso está me fazendo m*l. Minhas interações sociais são movidas por interesse ou desejo... Tenho muitos colegas e potenciais casos mas nenhum amigo. Sei tudo isso e gostaria muito de controlar minha mente a esse respeito. Procurei alguns grupos de ajuda online mas mais uma vez ninguém levou a sério esse distúrbio.  Procurar uma forma de me contatar estava me consumindo mas era o melhor a se fazer. Mas o novo atacante do time do colégio, o Vagner, me fez jogar tudo pro alto e me esqueci por que raios queria me "curar". Gente... Estou apaixonado... •••••••••••••••••••••
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