Capítulo 8

1072 Words
Sarah Tud,o estava maravilhoso me fazendo esquecendo todos as minhas preocupações junto com os problemas da vida, de olhos fechado todos os ensaios já feito de balé se passava pela minha mente, cada passo, a respiração, tudo, me fazendo esquecer até do nervosismo que senti ao subir no palco, aproveitando aquele momento como se fosse único, não melhor como se fosse um momento mágico as crianças dançava em minha volta seguindo os meus passos onde uma sem querer acabou errando o movimento sentindo o olhar reprovador da professora dela, sabendo que assim que o espetáculo acabar iria levar uma bela bronca onde o rostinho da menina logo se encheu de lágrimas porém segurou-as o espetáculo inteiro que assim que finalizou com os aplausos do público a gente se retirou do palco, voltando aos bastidores cansados após a apresentação. Estava em minha sala quando ouço uma mulher berrar alto e claro me deixando chocado para não se importar se alguém estivesse ouvindo ela ou não, curiosa sai de lá e o que vi me deixou chocada ao ver de quem se tratava e das palavras que estava dizendo para aquela menina que havia errado o passo na hora da apresentação onde não pude deixar passar, indo em direção delas, pronta para defender aquela garota pois não achava justo o jeito que a professora dela estava tratando-a. — Não é justo a senhora reprimi-la desse jeito em público - falo calmo para a professora dela — ELA ERROU, UMA INÚTIL QUE JAMAIS SERÁ UMA BOA PROFISSIONAL E INCLUSIVE VOCÊ ESTÁ FORA DA ESCOLA EM OUTRA PALAVRA EXPULSA!!! - grita em voz alta a professora para a menina A menininha não parava de chorar estando completamente desesperada onde me virei para a minha professora que entendeu o recado e veio para cá, acolhendo a garota e pegando em sua bolsa uma camisa da nossa escola fazendo-a chorar mais ainda o que deixou a gente mais confusos ainda, sem entender nada do que estava acontecendo então a menina explicou que não tinha dinheiro para pagar e que naquele que estava a verdade era a chave do seu futuro me deixando mais confusa ainda, então me ajoelhei no chão para estar no mesmo nível que a menina que se chamava Vika e perguntei para ela o que estava querendo dizer que acabou me surpreendendo com a sua resposta. — quero ser tão boa que nem a dona Paulina Martins que era a legenda do mundo do balé… - disse a pequena Paulina Martins era o nome da minha mãe, uma lágrima escorreu sobre meu rosto sem que eu pudesse segurar pois até às crianças via ela como o maior exemplo e me orgulhava de ver o quanto minha mãe era reconhecido então sem preocupação, medo ou arrependimento me aproximei da Vika que ainda estava um pouco abalada, perguntando bem baixinho se podia lhe contar um segredo que a mesma fez sim com sua cabeça, concordando me dando autorização. — Sou a Sarah Martins, filha da dona Paulina - sussurro no ouvido da Vika Vika faz dois passos para trás tampando a sua boca para provavelmente não berrar, seus olhos voltaram a brilhar onde me pediu se eu poderia ensiná-la tudo que a minha mãe me passou que aceitei sem pensar duas vezes, incapaz de dizer não a uma garota tão fofa como a Vika que estava toda alegre tendo esquecido o acontecimento de mais cedo e que convidei-a para ficar na minha sala enquanto aguardamos o resto do espetáculo acabar para estar liberado para ir para casa, doida para me encontrar com a minha cama podendo deitar na mesma e dormir mas sabia que isso seria por enquanto longe de acontecer. Duas horas havia se passado e ainda estava lá a Vika estava deitada no sofá já dormindo e estava quase fazendo o mesmo que quando estava preste a me render no sono minha professora veio para avisar que estávamos liberados para ir finalmente para casa, morrendo de pena acordei a Vika que assim que despertou começou a chorar dizendo que não queria ir para casa, mais uma vez fiquei sem entender nada até que ouvimos uma voz masculina berrar onde a nossa professora foi lá ver o que era para estar de volta no mesmo instante que veio com uma cara nada feliz. — os pais da Vika disseram que não vão aceitá-la de volta após ter feito aquele erro - disse triste a professora — Eles não podem fazer isso com ela, Vika é apenas uma menina - digo para minha professora Vika estava no canto da parede abraçando as suas pernas chorando silenciosamente me deixando sem saber o que fazer no momento mas que logo me veio uma ideia que primeiramente fui até a Vika perguntar apenas uma pergunta que era se ela confiava em mim que a mesma fez que sim com a cabeça então pedi para conversar com os pais dela que estavam na sala de espera já se levantando assim que me viram adentrar. — se pediu para aceitar nossa filha de volta…- começa o pai da Vika — Não vim! Mas sim para fazer uma proposta a vocês! - respondo firme para o mesmo — E qual seria? - pergunta o pai dela — 1 ano! Dar um ano para sua filha treinar comigo que se ela não tiver no nível que o senhor acha depois disso aí você expulsa ela - digo para o senhor — E quem você seria? - pergunta o pai dela — Sou filha da Paulina Martins, Sarah Martins, muito prazer - me apresento, estendendo a mão para ele Marcos: No meio da multidão acabei perdendo aquela menina de vista, tudo foi tão rápido depois que m*l vi a apresentação da minha sobrinha que logo apareceu em nossa direção vindo diretamente pular em meus braços provavelmente feliz pelo meu celular não ter tocado em nenhum momento que peguei-a assim que se jogou em mim. — que bom que ficou - disse a Rozie — que tal a gente jantar? Por minha conta! - digo para as duas Minha irmã mais velha fez sim com a cabeça onde Rozie estava toda alegre e assim saímos do local onde dava umas olhada em minha volta com esperança de revê-la mas em nenhum momento a vi, assim que adentramos no carro Rozie acabou adormecendo onde a minha irmã mais velha aproveitou aquela oportunidade para perguntar o mais óbvio.
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