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A barriga de aluguel do traficante

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Blurb

No morro, onde o poder se mantém com pulso firme e o respeito nasce do medo, o atual dono do território carrega o peso de um legado que nunca pediu, mas que aprendeu a honrar. Herdeiro do comando, ele cresceu vendo que sentimentos podem ser fraqueza — e por isso decidiu que nunca entregaria o coração a ninguém.Mesmo assim, existe algo que ele quer para si: um filho. Um herdeiro que carregue seu sangue e seu nome.Para evitar qualquer envolvimento, ele decide recorrer a uma barriga de aluguel. Sua única condição é simples: a mulher precisa ser alguém que passe despercebida no morro. Discreta, sem chamar atenção… e, principalmente, sem despertar nada nele.É assim que a vida de uma mulher simples cruza o seu caminho.Ela sempre viveu nas sombras do morro, trabalhando duro para sobreviver e tentando manter distância dos problemas que dominam aquele lugar. Reservada, forte e acostumada a lutar sozinha, ela nunca imaginou que um acordo mudaria completamente o rumo da sua vida.O que começa como um simples contrato, sem promessas e sem sentimentos, aos poucos se transforma em algo muito mais complexo.Porque no morro, onde o perigo espreita em cada esquina, dividir a espera por uma nova vida pode aproximar duas pessoas de maneiras que nenhum dos dois estava preparado para enfrentar.Entre segredos, ameaças e emoções que nascem sem aviso, ele vai descobrir que ter um filho pode ser muito mais do que continuar um legado… pode ser o início de algo que ele sempre jurou nunca viver.“Um Filho para o Traficante – Barriga de Aluguel” é uma história intensa sobre destino, escolhas e sentimentos capazes de nascer até nos corações mais fechados.

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capítulo 1 fantasma .
Capítulo 1 fantasma. Fantasma narrando. O morro nunca dorme. Essa é a primeira coisa que meu pai me ensinou… antes de morrer com dois tiros no peito por confiar em gente demais. Aqui em cima, o silêncio é mentira. Sempre tem um som . moto subindo, rádio chiando, tiro ao longe ou alguém gritando por causa de dívida. E no meio disso tudo… sou eu que mando. Sou eu que decido quem fica… e quem desce. Encostei na varanda da laje, olhando as luzes acesas lá embaixo. Cada casa daquela depende de mim, mesmo sem saber. Segurança, ordem, respeito… tudo passa pela minha mão. Ou pelo meu dedo no gatilho. Pitt - Movimento tá tranquilo hoje — o Pitt falou atrás de mim, puxando o rádio do ombro. Não virei. Não precisava. Fantasma - Tranquilo demais sempre me incomoda — respondi, seco. Ele riu de leve, mas sabia que eu não tava brincando. Aqui, quando fica calmo demais… é porque a merda tá chegando. Passei a mão pela barba, sentindo o peso de tudo. Não era pra eu estar aqui. Nunca foi. Mas quando tu nasce dentro disso… ou tu assume, ou tu morre. Simples assim. Meu pai nunca quis que eu fosse diferente dele. Pelo contrário. Ele me moldou pra isso. Me ensinou a não confiar, a não sentir, a não me apegar. E eu aprendi bem. Sentimento é fraqueza. E fraqueza… mata. Virei de costas pra vista e entrei na sala. Os caras tavam espalhados, armados, atentos. Respeito não se pede aqui — se impõe. E eu não precisei levantar a voz nenhuma vez. — Chefe — um deles chamou — o cara lá de baixo quer falar contigo. — Dívida? — Sempre é — ele respondeu. Soltei um riso sem humor. — Resolve. — Ele disse que só fala contigo. Parei. Pensei dois segundos. Isso já era sinal de problema. — Traz ele. Sentei na cadeira no centro da sala. A mesma que meu pai usava. A mesma onde eu vi homem grande chorar, implorar… e sair carregado. Minutos depois, trouxeram o cara. Tremendo. Sempre tremem. — Qual é o problema? — perguntei, sem levantar a voz. Ele engoliu seco. — Eu… eu preciso de mais prazo… — Não precisa não — cortei, encarando ele — tu precisa aprender a cumprir o que promete. O silêncio pesou. Ele caiu de joelhos. — Pelo amor de Deus… Desviei o olhar por um segundo. Não por pena. Nunca por pena. Mas porque aquilo já não me dizia mais nada. — Última chance — falei — três dias. Ele levantou a cabeça rápido, quase sem acreditar. — Sério? Aproximei devagar. — Se tu pisar aqui no quarto dia… não volta pra casa. Eu falo e ele se levanta , e quando ele vai falar eu só levanto a mão pra ele parar , e me virei e só ouvi madarem ele embora, e a sala voltou ao normal. Como se nada tivesse acontecido. E eu até poderia ter matando ele , mais se eu fizesse isso , quem era que ia pagar a dívida? Por que eu não ia cobrar, a família dele , por que foi ele que veio aqui pedir. Então é ele que tem que pagar. Eu não falei mais nada ,só olhei pro Pitt, e ele já entendeu que eu queria fica sozinho e saiu da minha sala e fechou a porta e eu me sentei na minha cadeira . E p***a , eu prefiro tá no meio de uma invasão, do que nesse silêncio, por que quando eu tô assim, eu começo a pensar de mais , e isso nem sempre é bom , por que ultimamente eu tenho pensado em uma coisa que é quase impossível de acontecer. Eu já tava me levantando pra dar um role pelo morro , quando a porta e aberta com tudo , e o Pitt entra . Fantasma - a mão tá enfiando no cu ? Pitt - não dá tempo pra bater na porta não. Fantasma - quem tá morrendo ? Pitt - ninguém, mais se tu não for na praça agora. Pode ser que alguém morra . Fantasma - p***a , tu sabe que eu não gosto quando tu fala em códigos, fala logo de uma vez p***a . Pitt - tá tendo confusão lá na praça , duas marmitas brigando por causa de vapor. Fantasma - se fosse outro dia, eu mandava tu tomar no cu , e ir resolver , mais hoje eu tô doido pra matar um , então bora lá. Eu pego a chave da minha moto , e o rádio e vou saido da minha sala , e ele vem junto . Eu subo na minha moto , e já vou pra praça . Assim que eu paro a moto, o povo já vai se afastado da confusão , e eu desço da moto e vou me aproximando, e quando as duas me ver elas param de brigar na hora . Fantasma - por que pararam ? O show tava da hora ,olha o tanto de fan que vocês tem . Eu falo me sentado no banco e já pego a minha arma , e coloco em cima da perna Fantasma - bora, pode continuar. Xx- chefe . . . Fantasma - eu mandei tu falar? Eu pergunto e ela só balança a cabeça que não, eu outra nem abre a boca . Fantasma - já que vocês não quer começa. Deixa que eu começo. Eu olho pro neguinho, e ele já entende o que eu quero e olha em volta e se afasta um pouco e volta com uma madeira na mão ,e eu não sei onde foi que ele arrumou, mais é o que eu vou usar .. Eu me levanto e elas dão um passo pra traz, e eu sorrio, por que andar pra traz não vai fazer eu parar . Fantasma - eu quero as duas abraçadas . Eu falo e uma olha pra outra ,e depois pra mim . Fantasma - a cada segundo que eu tiver que esperar e dez madeiradas a mais que vão ganhar. Eu falo e as duas se abraça na hora , e eu me seguro pra não rir da cara de desespero das duas ,mais eu não sorrio em público. Eu levanto a madeira , e já desço nas pernas de uma delas , e depois que eu começo, eu não paro até a madeira quebra . Fantasma - deram sorte , mais da próxima não vão ter , agora as duas some da minha frete, e ninguém ajuda . Eu falo e já vou pra minha moto , e ja saio da praça e vou pra casa , por que o dia de hoje pra mim já deu . continua . . . . MEUS AMORES. MAIS UM SURTO PRA VOCES , ENTAO VAMOS LA , ADICIONEM NA BIBLIOTECA E INDIQUEM PARA AS AMIGAS .

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