Ele atacou, visando sua garganta, ela se jogou para trás, ele teve que recuar e observar as ações de Valéria, ela atacou com toda a força e convicção que podia: direita, esquerda, direita, estocadas, mas o Demônio se defendia de cada golpe dado por ela. Num dado momento, ficaram ali face a face, medindo forças, este foi um erro de Valéria, pois o Demônio deu-lhe uma cabeçada, derrubando-a. Ele trespassou uma das pernas dela com uma de suas armas e ela gritou tamanha era a dor, ele a observava como um predador prestes a se alimentar de sua caça. Com sua cauda, prendeu o braço esquerdo de Valéria e, com sua língua de cobra, prendeu o braço direito. — Pronta para encontrar seus ancestrais? — Disse o Demônio. — Na verdade, eu nunca estarei pronta para morte e desculpa pelo que v

