— Desista de entrar em nosso seleto grupo, você não tem o que é preciso para ser um de nós. — Carlos, não vai adiantar falar nada com este aí, acho que devemos aproveitar e usar o sangue dele em um de nossos rituais. — Aquele não era o Leonardo que estava no bar, sua presença era como a de um rei, não o moleque de antes. Ele estendeu a mão e pegou o punhal, enterrando-o na minha perna. Não gritei, não me debati, apenas tentava soltar minhas mãos ou pernas. Que se dane o resgate, só preciso de um vivo para que me leve aos outros, consegui soltar minhas duas pernas, joguei todo meu peso para trás, fazendo um mini mortal, meus pés atingiram o queixo de Leonardo, que caiu para trás, a cadeira não resistiu ao impacto e se quebrou. Com um pulo passei as mãos para frente, uns q

