Eu fiz sinal para que ele se aproximasse. Lucian hesitou. Ele estava lutando consigo mesmo, eu conseguia ver isso — dividido entre o que ele queria e o que ele temia que isso significasse. O controle que ele geralmente mantinha de forma tão firme estava se esfiapando. — Mara — ele disse, com a voz rouca —, você tem certeza disso? Eu assenti. — Deixe-me ver você. Ele hesitou novamente, então finalmente afrouxou o cós de sua bermuda. Quando ele se revelou, eu não pude esconder minha curiosidade, ou a onda de antecipação que se seguiu. — O que você vai fazer com isso? — eu perguntei, provocando, sem fôlego. Ele não respondeu a tempo. Eu me inclinei para frente, tomando-o gentilmente em minha boca. A respiração dele falhou — meu nome escapando de seus lábios como uma prece. — Mara...

