THOMAS Uma vez dentro do escritório, observei o Hugo entrar logo depois. Ele fechou a porta e se virou para mim. — Então… — sentou no sofá, a cara de quem tinha aprontado estava lá, mas ele se mantinha calmo e sorridente. Esse sorriso duraria pouco tempo. — Que p***a você tinha na cabeça quando resolveu bolar todo esse plano, hein? — não contive minha fúria na voz. — Plano? Não sei do que está falando? — se encostou no sofá, os braços abertos no encosto. Eu odiava mentiras, principalmente aquelas que eram direcionadas para mim. Balançando a cabeça e andando de um lado para o outro, suspirei antes de começar a enxurrada de broncas. — Não se faça de desentendido, garoto. — olhei para ele, minhas mãos nos quadris, a voz aumentando a cada palavra. — Você atraiu Cecília para uma embo

