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Grávida do Bilionário "Morto"

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Blurb

Quando o helicóptero de Henry caiu, dando como morto o bilionário solitário, Madeleine viu a oportunidade perfeita. Ela roubou sua amostra biológica e garantiu, através de uma inseminação artificial, o direito à herança bilionária.

Mas no dia em que a pequena Catarina nasceu, Henry ressurgiu das cinzas com uma proposta sombria.

Madeleine deve aceitar um casamento por contrato ou enfrentar a execução.

Para um líder do crime, ser enganado por uma jovem é uma humilhação mortal, ou ele a transforma em sua esposa, ou a apaga do mapa.

Ela achou que estava roubando apenas um bilionário, mas acabou de assaltar o Chefe da Máfia.

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Acordo
Manhattan, 2002 Henry — Parabéns, Sr. Blackburn! A sua filha acabou de nascer, ela é adorável e muito saudável. — Isole o 4º andar, ninguém entra e ninguém sai do prédio! Eu vou subir! — Sr. Blackburn, talvez devesse esperar que a mãe se recupere, um dia ou dois... — Alex, não se meta nisso! — Desculpe, senhor — o homem deu a volta no sedan para abrir a porta do carro para mim. Entrei no hospital decidido. Podia observar, de soslaio, os olhares atônitos das pessoas em minha direção. Aliás, eu fiquei fora por nove meses. Todos achavam que eu estava morto. Teria deixado as coisas como estavam se Madeleine não tivesse feito uma inseminação artificial sem o meu consentimento, com o único propósito de herdar toda a minha fortuna, corrompendo o meu sonho de ser pai. — O que o senhor está fazendo? Não pode entrar aí! — uma enfermeira me questiona, mas quando me viro para encará-la, ela fica perplexa. — Sr. Blackburn... — as palavras saem tremidas por sua boca. — Eu sou o pai da criança que acaba de nascer! — respondi, o semblante franzido pela raiva que consome as minhas entranhas. — Fique à vontade, senhor — a jovem se justifica e morde o lábio inferior. — Adorável — penso alto, varrendo os meus pensamentos em busca de alguma lembrança referente a enfermeiras, no meu vasto catálogo de mulheres com quem transei. Sim, eu já transei com uma enfermeira, mas não teria problema algum em repetir a experiência. A enfermeira dá um sorrisinho sem graça e todos os meus pensamentos sacanas desaparecem como fumaça. Atrás daquela porta está uma desconhecida que acabou de dar à luz a minha filha. Com a sua ambição sem limites, ela tornou um momento sublime em um dos dias mais sombrios da minha vida, e eu a farei pagar caro por isso. Respiro fundo antes de abrir a porta. Me deparei com dois olhinhos azuis profundos, as bochechas rosadas e a serenidade de um ser que estava completamente alheio à maldade que a cercava. A minha filha é realmente linda. — Henry... — Madeleine me olhava com desespero. — Você não estava morto? — Eu vim buscar a minha filha! — a encarei sério, destilando ódio por todos os poros. — Catarina também é minha filha — ela replicou. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo e vendo. — Catarina... — o nome soou doce em meus lábios. Um nome lindo para uma garotinha linda. Madeleine apertou o bebê em seu colo, com os olhos lacrimejando. Um truque barato. — Você achou mesmo que poderia roubar algo de mim e sair impune? — Eu... eu sinto muito, Henry. — SENTE MUITO??? — gritei. Instantaneamente, Catarina começou a chorar e uma médica entrou no quarto. — Sr. Blackburn, você está assustando a criança, preciso que se acalme — ela falou indignada. — Saia! — eu estava furioso, sabia que precisava manter a calma por Catarina. — Não irá se repetir! A médica nos deixou novamente a sós. — Catarina irá embora comigo, ou eu irei te denunciar agora mesmo! — peguei o celular no meu bolso. A moça ficou pálida. — Não faça isso, por favor. A menina precisa da mãe... Madeleine parecia muito menor em relação à foto que eu vi. Era bonita, olhos azuis intensos e o cabelo absurdamente loiro. Os traços angelicais eram suprimidos por suas atitudes desprezíveis. Dei um sorriso debochado. — Eu tenho a gravação em que aparece você no laboratório, onde deixei as amostras. Isso será mais do que suficiente para que passe longos anos atrás das grades. Agora, me dê a minha filha e deixarei que viva livremente! — Henry, pode mandar me prender se assim desejar, você tem o direito. Mas deixe ao menos que Catarina receba o leite materno em seus primeiros meses de vida... — Agora você se importa com a criança em seus braços? — Eu sempre me importei, desde o dia em que a senti dentro de mim. — Mas isso não te impediu de ir cobrar uma herança que sabia que não te pertencia! Madeleine começou a chorar copiosamente, o que me deixou ainda mais irritado. — Seis meses. Isso é tudo o que eu peço... Seis meses ao lado de Catarina e depois eu vou embora para sempre. Eu prometo! Eu sabia que estava cometendo o maior erro da minha vida, mas ao ver a minha filha dormindo tranquilamente nos braços da mãe, eu entendi. Eu faria qualquer coisa pelo bem-estar de Catarina. — Eu aceito o acordo! Mas você irá imediatamente para a minha casa, não te darei a chance de fugir com a minha filha. E, Madeleine, não se engane, eu farei você se arrepender amargamente por ter cruzado o meu caminho. Ela suspirou pesadamente. Eu liguei para o Alex, para que cuidasse da transferência de Madeleine e Catarina. Ainda tenho algo a fazer aqui. Nada como um bom s**o com uma jovem enfermeira para acalmar os ânimos.

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