Capítulo 4 - O começo da humilhação

569 Words
Raul deixou o quarto de Sofia, mas ao invés de estar satisfeito com a sua conquista, estava se sentindo extremamente frustrado pela forma que o seu corpo reagiu ao toque daquela mulher. Mesmo indo imediatamente tomar um banho e trocar de roupas, o perfume de Sofia parecia estar impregnado em sua mente. Por isso, ele decidiu que expulsaria aquela sensação de seu corpo e mandou que buscassem duas mulheres para lhe fazerem companhia e assim espantar os fantasmas que atormentavam os seus pensamentos. ** A noite ainda m*l havia começado e como passou o dia todo sem comer nada, Sofia não resistiu e foi até a cozinha daquela mansão para tentar encontrar algum tipo de alimento. Enquanto passava no corredor do seu quarto para descer as escadas, ouviu vozes de mulheres, que pareciam estar se divertindo, mas ela ignorou e seguiu até a sua meta e felizmente encontrou alguns pães e frios, que devorou rapidamente e voltou correndo para o seu quarto. Na manhã seguinte, Sofia, que estava um pouco mais calma por não ter se entregado aquele homem praticamente desconhecido, que ostentava agora o título de seu marido, decidiu que iria fazer tudo o que Raul pedisse, afinal, fazer serviços de casa não era nada comparado à humilhação de ser vendida pelo próprio pai. A cena que Sofia encontrou quando desceu para a sala de estar, era de longe algo que ela pudesse imaginar que fosse aquelas vozes na noite anterior. Raul estava abraçado com duas mulheres, que vestiam apenas roupas íntimas e que pareciam modelos de tão lindas. Apesar de Raul não se permitir ter momentos como aqueles, depois de uma noite de prazer, já que dispensava as mulheres antes mesmo da noite acabar, fez aquilo porque queria que Sofia se sentisse humilhada e foi aquilo que aconteceu e as coisas ainda ficaram piores quando Raul a chamou: __Sofia, venha aqui. Sofia estava constrangida com aquela cena, mas ainda assim o atendeu. __Pois não, senhor Raul. __Senhor não, me chame de marido. __Desculpe, meu marido. __Melhor assim. Agora vá até a cozinha e prepare um café para mim e minhas amigas. Sofia parecia querer dizer algo, mas estava constrangida. __Diga logo! Estou com fome. __Er, er... eu não faço ideia de como se prepara um café. __d***a! Como pode ser tão inútil assim? __Francesca! Nesse momento, aparece uma senhora, que desvia o olhar das mulheres que acompanhavam Raul e se apresenta até ele. __Chamou? __Sim. Essa é a Sofia, minha esposa. Ensine a ela tudo o que precisa saber para manter essa casa limpa e funcionando. Comece pelo meu café da manhã. Estamos a morrer de fome. Mesmo já estando acostumada com o entra e sai de mulheres naquela casa, Francesca nunca viu o seu patrão sendo tão rude e desrespeitoso com uma mulher, ainda mais a sua esposa. Depois de tomar aulas de como se fazia um café. Com a ajuda de Francesca, Sofia foi até a sala para servir o seu marido e acaba o encontrando aos beijos com uma das mulheres, enquanto a outra descansava no sofá. Apesar de estar aliviada porque ele não a tocou, Sofia se sentiu um lixo e não hesitou em ligar para o seu pai e lhe contar tudo. Após dispensar as mulheres, que por sinal, não suportava mais ouvir a voz, Raul foi para o seu quarto descansar, afinal, tirou alguns dias de descanso por causa do casamento.
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