Celina recebeu dois comprimidos de Marcos. Ficou brincando com os dois em sua mão pensando. Sabia qual seria a notícia que eles lhe dariam! Sua dúvida agora era se deveria realmente dispensar os comprimidos, ou se não havia a possibilidade de se permitir estar drogada pra enfrentar o que viria. Jogou os dois na boca, bebeu a água. Marcos lhe deu um beijo na testa e saiu. Correu para o banheiro, cuspiu e se permitiu sofrer pelo pai. Sabia que eles levariam pelo menos uma hora pra entrar no quarto de novo, dando tempo de os comprimidos fazer efeitos. Mas ela não era covarde, se sentia muito perto de destruir cada um deles. Não fugiria da dor. Principalmente porque sabia que era em parte culpada pela morte do pai. Deveria ter agido antes, mesmo não se sentindo tão preparada. Mas desde a hor

