- Luís, mais uma vez, gostaria de expressar meu lamento pela perca de seu pai... - Corta essa, Marcos! Eu sei que foi você quem fez isso, o que eu não sei é porque. - Não fui eu! Tenha a certeza de que não fui eu. Mas se você acha que fui eu, porque não fez nada ainda? - Ontem fui até a casa de Celina, queria colo da minha amiga. Mas qual não foi minha surpresa de você estar lá de novo com ela! Resolvi ter essa conversa com você pra esclarecer esses dois assuntos. - Ok. Somos homens e eu vou te explicar tudo. Gosto de sua atitude, Luís. Vejo muito você em mim quando comecei. Assim como você, também sou o segundo em comando em uma organização criminosa. - Não se engane, Marcos. Eu não estou começando. E sua organização quer disputar território? Por isso eliminaram meu pai? - Não. Meu

