Capítulo 4 - Consequências

2108 Words
BERNARDO Quando eu fiquei a saber que Valentina ia se casar fiquei sem rumo, sem chão, como fui burro e não lhe disse antes que sempre fui apaixonado por ela, e agora eu perdi-a, fui encontra-me com ela para dizer o que sinto e simplesmente ela desprezou-me, apenas me ver como um amigo, um irmão, menti-lhe dizendo que ia para o Canadá para ver se assim ela sentisse alguma coisa foi em vão, ela não me quer. Desde do dia em que a mãe dela levou ela até a minha casa eu apaixonei-me, a mãe dela era nossa empregada uma mulher excelente e muito adorável e depois de um tempo ela parece um menina lá em casa;Valentina, foi amor à primeira vista, mas só me tornei o melhor amigo dela, para ficar mais perto, porque a minha mãe nunca permitiria eu me relaciona com a filha da empregada, então achei que depois que crescesse eu ia esquece lá, mas não pelo ao contrário apaixonei-me, mas ainda, comecei a sair com várias mulheres, a beber; mas nada tirava ela da minha cabeça. Quando percebia que alguns rapazes se interessava por ela eu logo, dava um jeito de afasta - los dela e sempre dava certo até esse tal de Bruno aparecer não consegui que ele deixasse ela e m*l se conheceram o i*****l já pediu ela em casamento, isso foi minha perdição fiquei fora de mim, talvez se eu não fosse tão i****a e declarasse-me-lhe antes, hoje estaríamos juntos e eu não estaria com esse plano de sequestra - lá, mas não tem outro jeito esse é único modo de não perde lá, e já está tudo certo, já me certifiquei de tudo para nada dar errado e Valentina só será minha só minha e de mais ninguém. BRUNO Eu já estou apavorado Valentina não aparece, já faz Uma hora e meia que estou a espera dela aqui no altar, todos os convidados já estão aqui me olhando meio-estranho, o que será que está a acontecer, a mãe dela tenta ligar para marido, mas não se tem retorno, o meu pai olha-me com olhar de irritado, o meu pai nunca me deu atenção, e nunca botou fé em mim para nada, até se admirou eu estou se casando. Eu já estou suando de nervosismo, estou pensado no pior e em tudo, menos que ela me deixe aqui plantado no altar ela nunca faria isso comigo eu sei o quanto ela me ama, e ela não me pode deixar se não os meus planos vão de água abaixo, fico tão nervoso por que o padre fica-me olhando e dizendo que tem outro casamento para realizar, até ele está achando que ela não vem mais e saio pela igreja desesperado para saber o que houve e quando chego por lá de fora da igreja vejo o pai da Valentina chegando com alguns parentes e a mãe de Valentina vem e fica ao meu lado ela está com rosto de preocupada, acredito que ela não saiba de nada que está a acontecer igual a mim. O pai dela chegou até a mim ficou na minha frente ele estava com olhar de tristeza. — Filho, eu não sei nem por onde começar, mas Valentina não vem mais. - ele me disse e entrega-me um bilhete. Eu pego com rapidez o bilhete das suas mãos e não acredito no acabei de ler eu sento-me na escadaria da igreja e fico perplexo, eu estou sem palavras. — O que aconteceu? A onde está a minha filha? - a mãe de Valentina olha-me espantada e depois olha para o marido - Rodolfo a onde está a nossa filha? Aconteceu alguma coisa grave com ela? Eu levanto-me com tanta raiva. — Sim, dona Rosa aconteceu que a sua filha acaba de me deixa plantando no altar diante de todos. - Digo com ódio nas minhas palavras. — Não, a minha Valentina não faria isso ela está apaixonada por você; está doida para casar com você. — diz a mãe dela — Rosa ele diz a verdade Valentina fugiu eu fui busca lá e encontrei esse bilhete no nosso apartamento e nele diz que ela percebeu há tempo que não ama o Bruno que tudo foi só uma atração e muita coisa aconteceu com ela que não podia nos contar e que foi embora porque precisava ficar sozinha para pensar e logo voltará. Diz o senhor Rodolfo abraçando a esposa — Não a minha, filha não faria isso, por favor escuta-me Rodolfo Valentina nunca faria isso, principalmente nós que somos os pais dela, ela não ia embora sem se despedir de nós, a minha filha é uma pessoa ótima. Diz ela em plantos — Boa!!! — digo expressando com raiva - se ela fosse boa não me tinha deixado aqui no altar sem dar uma explicação descente, a sua filha só deixou um bilhete farjudo, a sua filha fez-me de babaca, usou-me e agora sem escrúpulos me abandonou diante de todos - A minha menina não fugiu e não te abandonou eu tenho certeza que aconteceu alguma coisa com ela e a conheço muito bem para ter certeza, ela estava tão feliz que ia se casar hoje, como uma pessoa que preparou tudo isso com tanto carinho ia justamente deixa tudo para atrás, admiro você Bruno que diz que a ama, dúvida dela, você conhece-a e sabe que ela nunca faria isso com você me ouça por favor algo aconteceu com ela. - diz dona Rosa vindo em cima de mim. — Aclama-se, Rosa o rapaz está na sua razão não tem outra explicação, a nossa filha fugiu e abandonou o noivo no altar, e agora temos que ir até a igreja dar uma explicação aos convidados e ao padre. — Diz senhor Rodolfo — Rodolfo, temos que ir até a polícia, da queixa, e escuta eu estou com pressentimento que algo aconteceu com ela, por favor vamos até delegacia, a minha filha pode estar a correr perigo - diz ela e logo começou os parentes deles chegarem mais perto para saber o que houve — Bruno, o que está a acontecer? A onde está a sua noiva? Eu tenho muitos compromissos e estou perdendo tempo demais aqui. - grita o meu pai saindo da igreja. Viro-me e olho para meu pai que está possesso na porta da igreja, o meu pai nunca me apoia em nada e nunca me considera um filho. — Não haverá mais casamento pai, a minha noiva não virá mais - digo indo em direção a ele e escondendo o bilhete no meu bolso. - A nossa nem sua noiva, quis você, realmente o meu filho você é um inútil, saia da minha frente eu perdi demais o meu tempo para nada. — diz o meu pai me empurrando e saindo. Ouço falação dentro da igreja e vejo que o padre vinha para fora e eu saio em seguida passando pelos pais dela sem dar explicação e vejo o senhor Rodolfo gritando-me e viro-me para ouvir o que ele tem para me dizer — Bruno, a aonde você vai? Precisamos entrar na igreja para dar uma satisfação aos convidados - diz ele parado-me olhando sem saber o que fazer. Olho para Senhora Rosa que está a ser consolada por uma mulher acho que é prima de Valentina. — O senhor acha que eu vou entra lá para explica alguma coisa? O senhor não acha que sofri demais, para agora me confrontar com olhares me olhando e debochando de um homem abandonado no altar, não, a filha é de vocês ela é culpada de tudo então vão vocês explicarem-se. - falo e saio sem olhar para trás nem dando tempo dele falar mais alguma coisa. Pego um táxi e vou até o meu apartamento e quando entro vejo as coisas de Valentina, sinto tanto ódio e raiva dela, o meu casamento com ela ia garantir-me poder e riqueza, mas agora tudo está perdido sem ela não posso prosseguir com os meus planos, entro no meu quarto vou até o meu banheiro tiro aquela roupa de um casamento que não teve tomo um banho coloco uma blusa preta de manga comprida uma calça jeans e um sapatos tênis, pego a minha carteira e resolvo sair sem destino, pego o meu carro e saio sem rumo, a noite chega então resolvo ir até um bar para beber e esquece do grande mico que uma mulher me fez passar, peço uísque, depois bebo vodca, olho para algumas mulheres que me olham, mas não dou bola para nenhuma, hoje eu não estou com cabeça para mulher, mas quero matar uma, mas sinto alguém do meu lado me observando, bebo um gole do meu uísque e viro para o lado para ver quem é, surpreende-me vendo que a mesma mulher que estava consolando a mãe de Valentina. -Quem é você? Se tem alguma coisa haver com a Valentina então pode indo. - digo sendo grosso. — Chamo-me Camilla, apesar de ser prima dela não vim aqui parar falar nada em defesa dela, eu vim até aqui para conversa com você. - diz ela olhando-me e dando-me um sorriso cínico e sentando-se ao meu a lado, fico a olhar para ela de cima para baixo vejo que é uma bela mulher bem atraente, pele branca, meio alta cabelos castanhos, olhos castanhos, uma boca bem chamativa, um corpo perfeito.me viro peço mais um uísque e fico a olhar para o balcão e pergunto. - Por acaso está-me a seguir? - e olho para ela. — Digamos que sim fiquei tão preocupada com você, você saiu muito nervoso então fui atrás de você - diz ela com aquele sorriso cínico outra vez, mas eu gosto desse sorriso. — Não tem porque me seguir, estou muito bem, lógico que sinto muita raiva da sua prima, mas sei me controlar. -Está parecendo que você não é tão apaixonado pela minha priminha assim. - diz ela ironicamente. — O que quer dizer com isso? Não entendi a sua ironia? - digo confuso, apesar dela ter razão, não sou apaixonado por Valentina apenas sinto atração por ela mais nada. — O que vejo nos seus olhos é que você ia se casar com ela por interesse, só que não consigo entende o porquê, por que sim a minha prima pode até ter uma vida financeiramente estável, mas não é rica, não possui fortunas, e lógico que você fez um drama de noivo apaixonado abandonado no altar, mas só está com orgulho ferido, porque homens como você não suporta perde para as mulheres - diz ela com aquele sorriso no rosto — Você acha-se espertinha demais, mas sinto-lhe informa que essa sua observação sobre mim está redondamente errada, eu amo Valentina e estou sofrendo muito. — digo-lhe tentando convencer - lá — Por favor Bruno, poupe-me, vamos se franco um com outro, você não ama a minha priminha, e essa ceninha de noivo sofrido e apaixonado não cola para mim - então ela pega o meu uísque e bebe tudo e continua - Pode ser verdadeiro comigo, para te deixa mais à vontade vou logo dizendo que odeio a minha prima, nunca suportei sempre foi a mais querida da família, sempre a certinha, para mim se ela foi embora eu dou graças a Deus, por mim pode até morrer que eu não ligo, faço até uma festa em cima do seu caixão. Olho espantada para ela, perplexo, não acredito no que ouvi. — A nossa sua prima é maravilhosa, você só pode estar a brincar. — Não! Falo muito mais muito sério, eu odeio-a, você não sabe que é passar anos sendo ignorada pela minha própria família e a minha prima sendo paparicada o tempo todo. — Digamos que eu saiba e digamos que você esteja certo sobre mim, que não amo a sua prima, só ia casar-me por interesse, porque sei de um segredo sobre ela que pode deixa-me rico, mas o que isso ia beneficia-te? - digo olhando nos seus olhos — Muita coisa o meu careceu poderia ser sua parceira e ajudar-te e de recompensa posso ser sua amante, mas primeiro teria que me contar tudo sobre esse segredo, só assim poderei ajudar-te. - diz ela olhando-me com olhar de safadamente viro para o balcão e digo. — É bem justo até porque você me atrai mais que a sua prima, e por que preciso de ajudar para colocar os meus planos novamente em prática, mas primeiro preciso saber o que realmente aconteceu com Valentina. - Então a olho nos seus olhos e vejo uma cúmplice para meus planos, porque nem tudo estava perdido.
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