Ava derrepente se da conta de algo errado, os olhos fixos no chão manchado de sangue. O cheiro era inconfundível. Sangue fresco. Mas o que mais a fez empalidecer não foi apenas o cheiro... era a presença dele, o aroma marcante de Gael ainda impregnado no ar, misturado ao de Vitor e de outros membros do bando. Seu coração disparou, os batimentos ritmados como os tambores de uma guerra que se anunciava. O medo a tomou de forma avassaladora. O quarto, antes sóbrio e seguro em sua austeridade, parecia agora uma armadilha. Não estavam ali por acaso. Eles a procuraram. Alguém havia sangrado porque ela não estava onde deveria estar. Isso só podia significar uma coisa: a punição cairia sobre ela em breve. Aquele sangue no chão era uma mensagem. Fúria rosnou em sua mente, com um tom sombrio e ard

