Felicity tinha as suas escapadas secretas, enquanto que ele enfrentava Darkness e voltava para pegar ladrões de um museu, Felicity roubava, tudo pelo animo das escapadas.
Naquele período, Thalys fez Eduard ir embora.
- Preciso de um ano sozinho. – Disse Thalys. – Ou mais de dois. – Disse ele em direção a Eduard.
O mordomo preocupado não concordou, ele ofereceu um café em direção ao mordomo, quando beberam, o mordomo caiu em seus braços.
Ele pagou as férias prolongadas de Eduard que seria o de um ano, para não ficar ali, para que ele pudesse colocar os seus planos em ação, na verdade.
Pensando bem, Thalys achou melhor, dois anos, longe dele, colocando Eduard drogado em direção a um avião particular, em suma, o velho homem acordou em um hotel de luxo.
Vendo que ao lado da cama, um amigo pessoal de Thalys que ficaria de olho em Eduard e não o deixaria voltar tão cedo, para que Thalys prosseguisse com os seus planos.
O pobre mordomo, ligou para ele enfurecido, sobre direitos e sequestros, mas Thalys literalmente estava irredutível.
O que isso não coincidia com o seu retorno, fazendo esse tipo de coisa com um homem que o havia tratado como um filho e era um suposto pai para ele, Thalys rindo e disse, que nem sempre a vida era como queriam.
Forçando o velho mordomo, por uma viagem pelo mundo, com tudo pago, para conhecer cada parte do planeta terra, ele teria um guia que ficaria de olho nele, para o deixar em paz, e com isso, não o impedir de fazer o que ele tinha em mente....
- Como o senhor, pode fazer isso comigo, eu fiz tudo por você. – Disse o mordomo ao telefone.
- Eu não entendo, o que está havendo? – Gritou Eduard.
- Eduard, você não vai conseguir voltar antes de um ano, não adianta nada disso, eu preciso que você fique fora de Paul Lovecraft Count. – Disse Thalys.
- Eu não preciso de nada disso. – Dizia seu mordomo.
- A proposito. – Disse Thalys. – Os cartões seriam bloqueados e monitorados, para saques e determinados valores, teriam que ligar diretamente para mim, e você para não pode voltar, antes do tempo estabelecido.
- Maldição, patrão, isso é sequestro. – Disse Eduard.
Thalys precisava planejar, e esses planos não incluíam Eduard, e nem seu conhecimento prévio sobre o que ele pretendia fazer.
- Não, não é sequestro, eu não coloquei você em cárcere privado, e nem o prendi em algum lugar, eu estou enviando você em direção a várias partes do mundo, você pode muito bem aproveitar o seu tempo. – Disse Thalys.
No caso de Felicity, aquele ano, ele não teria que se preocupar com ela, durante um bom tempo, a não ser que ela fugisse.
Ela ficaria um ano presa no Black Gate, se não fugisse, e caso o fizesse, ela seria uma foragida, àquela altura, teria tempo para planejar, o que fazer enquanto que ele não teria nem Eduard e nem Felicity para atrapalhar.
Mantendo d**k afastado, e qualquer um dos garotos, e também um plano para manter afastado os membros da liga da justiça.
Ele teria algumas semanas para planejar...
4 semanas depois...
Thalys se envolveu com apostas, e era uma casa de apostas que nenhum herói entraria, mas com demônios que o fariam, isso foi apenas um convite, que ele aceitou, era interessante dizer, que ele foi inspirado.
Inicialmente, ele não deveria, mas fez, não era contra as regras, mas também ninguém o impediu de fazer.
4 semanas depois da aposta dos demônios...
Thalys se encontrava caindo em direção a algumas ruinas, houve um terremoto, ele despencou da cratera, caindo em direção a rachaduras e com uma parte de seu tronco sendo perfurado, na vertical.
Ele tinha uma rocha pontiaguda, que tinha perfura dele na vertical sua ponta fina, com uma extensão grossa, perfurou do seu ombro em direção a um pulmão.
Ao que ele quebrou a sua coluna com a queda, naquela hora, Thalys não sabia se iria morrer da hemorragia, ou do seu pulmão perfurado, ou se ficaram vivo sobre uma cama.
Haviam várias rochas pontiagudas, próxima de sua coluna, a queda em si que o fez quebrar a sua coluna, ele não se mexia, acima dele, havia visto, sem contar com o fato daquela rocha pontiaguda.
Aquele era Sun-Star-Man que estava em ciam dele, uma parte da ponta da rocha pontiaguda, tinha perfurado o ombro de Sun-Star-Man que estava em cima dele.
- Thalys... – Sun-Star-Man tentou.
- Eu sei que você é uma boa pessoa, mas eu não acho que, vou durar. – Disse Thalys.
- Eles irão chegar. – Disse Sun-Star-Man.
- Não fala. – Tentou Thalys. – Fique quieto. – Disse Thalys.
- É tão bonito. – Disse Thalys.
Sun-Star-Man sentia o sangue quente espirrar e se espalhar naquele chão, o seu corpo no de Thalys, sentindo o sangue, haviam escombros ao redor deles.
- Não sei. – Disse Thalys. – Eu tive fé em você, que não faria nada de errado. – Disse.
- Cala a boca Thalys. – Pediu. – Eu ouço o seu coração.
- Voce é pesado, Klaus. – Disse Thalys.
A visão do homem embaixo dele, embaçou, ele viu uma luz, era uma linda pessoa, não sabia se era um homem ou uma mulher, o que importava era que ele, era lindo, e dava sua mão estendendo em sua direção,
- Venha comigo. – Disse a voz.
- Sim, eu irei com você. – Disse Thalys, ele levantou a mão do braço que não foi perfurado, cujo sangue espalhava pelo chão, ele tomou as mãos desse belo homem ruivo.
- É tão bonito. – Disse Thalys, está me chamando, ele estendeu a mão que o pegou.
Thalys Delphos caiu na inconsciência, quando, ele ouvia um grito, seguido de uma luz.
Três semanas antes.
Houve um terremoto particularmente barulhento e que não foi destruidor por causa de Sun-Star-Man e alguns Selenianos.
Ocorrendo nas ruas movimentadas de Metrópoles, ela ocorreu sua fraturação, em algumas propriedades de Luther, que nesse meio tempo, era uma antiga construção, ou até mesmo o que era propriedade de Luther, estavam trabalhando diretamente para ele.
Nos peritos e estudiosos, e cientistas para fazerem estudos eles estavam enviando, estudiosos e arqueólogos, que haviam no decorrer de pesquisas.
Descobriram ruinas, uma antiga cidade com templos relativamente intactos embaixo dos esgotos de Metrópoles a cidade inteira, tinha outras construções que eles estavam pesquisando, entre essas haviam uma antiga civilização, mumificações, e antigas, anterior a o ano de 1300.