Capitulo 1.3

1074 Words
Haviam tuneis que desabaram, que por mais de um mês ou mais estavam fazendo as pesquisas. Entre eles foi organizado por Luther, que estavam financiando por puro interesse, além que haviam muitas relíquias e monumentos, além do que seria uma imagem, estatuas de o que seria um imenso homem morcego. Estas eram três imagens que se intercalavam um homem réptil como a de um demônio ou dragão, havia no centro a forma de um homem e no extremo a de uma forma hibrida entre as três formas, haviam inscrições, daria dinheiro com excursões e turismo. Tudo começou algumas semanas antes... Foram contratados muitos arqueólogos e ele estava diretamente empenhado de Ser pobre não era fácil, e envelhecer também não... Por causa de Joker, ele não poderia manter a persona de Black-Dragon por muito tempo, passou sua tarde com uma dor de cabeça, e foi em direção a caverna, ele estava ao que pensou, sair para beber, pensando em sua aposentadoria. O homem não falou, se surgisse um milagre e ele mudasse de ideia, sim. Ele precisava de um tempo, a dor de cabeça aumentava realmente a ponto de procurar um médico. Foi ao final daquela semana, ele foi feito alguns exames, veio o diagnóstico. Tumor cerebral terminal, estagio 4, não havia estagio 5... o que seria desnecessário e toda a uma emoção barata. Haviam algumas investigações, que impediriam isso, caso ele contasse a alguém causaram comoção, o que ele não precisava. Não duraria muito como combatente do crime, se ele por sua vez, não surgisse um milagre além dos poços de lazaro, ou que ele ganhasse algum dinheiro que prolongasse a sua vida, mas sejamos francos. Thalys não queria prolongar sua vida por muito tempo..., a não ser que ele pudesse fazer de uma forma que trouxesse menos consequências, Poços de Lazaro estava fora de questão. Agora, ele descobriu que não duraria mesmo, precisava de um tempo longe, ele não viveria mesmo, sua vida deu o que tinha que dar, ele fez o seu melhor. Ultimamente, ele pensou em mandar uma carta, para evitar complicações, a todos ali, precisava de um tempo, um ano sabático da capa, o que não seria realmente um ano. Seria uma vida a mais, mas ele mudou de ideia, e simplesmente disse, quando fez uma reunião urgente na torre de vigia reunindo a todos os heróis ali ao redor da grande mesa e reunião. - Eu vou tirar um ano sabático para mim, no final do mês eu irei viajar. – Disse. – E se tudo correr bem eu irei voltar. – Disse Thalys. - Hoje vai ser meu último dia na liga da justiça. – Disse Thalys. – Pelo menos por um tempo. – Disse Thalys. - O que você vaia fazer, morcego? – Ele Arqueiro-Verde. - Eu vou em uma jornada de auto descobrimento, e treinar novamente. – Disse Black-Dragon. - Você irá voltar depois? – Era Hal. – Não por enquanto, eu não irei voltar. – Disse Thalys. – Eu estou ficando velho demais para lutar. – Disse Thalys. – Está surgindo muita gente mais forte do que eu. – Disse Thalys. - Eu também não quero voltar por enquanto, tenho que aproveitar um pouco. – Tirar um ano sabático. – Disse Thalys. – Tenho que manter os ossos inteiros que ainda me restam. – Disse Thalys. – Quero aproveitar minha velhice que está vindo. – Disse Thalys. – Não quero mais lutar, pelo menos por enquanto. – Disse Thalys. – Vou deixar a nova geração. – Disse Thalys. - Então, um ano sem você, morcego. – Disse Hal. - Um ano. – Disse Thalys. – Vou viajar no final do mês. – Disse Thalys. Ao que ele sabia que foram projetados, como hologramas, e era visto por todas as televisões, apenas o dorso de seus corpos como visto. A Presença surgia acima deles, acompanhados de outros, como Lúcifer e Neron e os outros que surgiam ao seu lado no bar, que Thalys bebia, ele olhava a sua volta. Surgiam suas imagens como espelhos de água, acima das nuvens e dos prédios de Paul Lovecraft Count, Metrópoles, Central City, Star City e todas as outras cidades super heroicas. Sun-Star-Man surgia acima dos céus e dos prédios de Metrópoles e tentou socar os rostos sem sucesso de A Presença, mas passou direto por ele. - Não viemos aqui para lutar. – Disse Lúcifer. – Mas para propor um negócio. – Disse o anjo da manhã. - Estamos aqui para anunciar a todos os heróis, uma forma de ganhar dinheiro. que valerá ouro. – Disse A Presença - Nós propomos a todos os heróis, não são obrigados a fazer se não o quiserem. – Disse Trigon. - O que acha que nós faríamos isso? – Questionou Sun-Star-Man. – Acha que iremos fazer algo por vocês? – Questionou o homem de aço. - Não serão obrigados, mas se o fizerem. – Disse Trigon. – Voce irão receber 700 bilhões de dólares e 30 barras de ouro. Dois heróis inocentes de pecado de cada uma das cidades, sem ser obrigado a tal, deverá se quiser matar em duas semanas, 7 pessoas inocentes. – Disse Trigon. – Não valem os vilões, vocês podem ou não matar por espontânea vontade. – Disse Trigon. – Sem serem obrigados. – Disse Trigon. Surgiam acima das nuvens um céu de ouro, e uma imensa torre pontiaguda flutuando em sua ponta uma caixa de dólares, abrindo-as, e revelando a todos surgindo a frente de todos os heróis as barras de ouro e os dólares, e depois retornando a caixa. - Vocês matam se quiserem. – Disse Trigon. – Não são obrigados. – Disse o demônio. - Dentro de duas semanas, vocês devem decidir se matam ou não. – Disse Trigon. - A torre está protegida, e não poderá sair de lá em menos de das duas semanas, aqueles que tentarem se arrependerão. – Disse uma outra criatura. Foi anunciado, nos noticiários, e rodou a internet, transmitiu em todas as redes de canais televisivos, e não se falou de mais nada, além disso durante os dois dias seguidos até o fim da semana. Todos viram e ouviram a história, todos ali, sentirem a pressão e o poder... Sim, eles disseram apenas os heróis que poderiam matar. Sun-Star-Man olhava em direção ao céu, e vendo ali a sua volta a torre n***a com o ouro em sua ponta no topo dela. - Não pode ser. – Disse Sun-Star-Man.
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