- Quem mataria por dinheiro, um herói não faria isso.
Sun-Star-Man convocou ao final daquela mesma tarde uma reunião na torre de vigia.
Os heróis se reuniram na torre de vigia, se fosse o suficiente, Luther montou uma passeata e uma coletiva de imprensa, sobre o perigo de Sun-Star-Man, que nem mesmo o escoteiro conseguiria ignorar uma quantia em dinheiro com essa.
Sun-Star-Man via a cadeira de Thalys sendo ocupada por outro Black-Dragon.
- O que ele ganharia dar dinheiro para nós matarmos.
- Ver o quanto nós nos rebaixamos? – Ravena fez uma tentativa.
- Ele poderia nos ver corromper e com isso, ele teria almas inocentes sendo levadas ao abismo do medo. – Disse Ravena.
O Black-Dragon olhava em direção a todos e disse. – Corromper. – Disse. – Na melhor das hipóteses.
- Porque ele não escolheu um vilão? – Questionou Zatana.
- Vocês realmente acham que iremos ganhar dinheiro se matarmos um inocente? – Questionou Constantine.
– Se falassem que qualquer um poderia matar, então na primeira hora já haviam matado. – Disse Zatana.
- É muito melhor ver um herói se corrompendo e mantando do que um vilão, ele já foi corrompido, e matam por dinheiro, qualquer um veria, que não haveria graça em não ter regras. – Disse Black-Dragon.
- Então. – Disse Arqueiro Verde. – O legal é ver quem sede primeiro. – Disse ele.
Sun-Star-Man voou em direção a caverna do morcego, Thalys já havia voltado a mansão, ele estava se sentindo fraco, a bebida e a pressão não caíram bem, se ele teve problemas em conter Sun-Star-Man na sua melhor forma, caindo no chão da caverna fraco, não parecia ser uma situação boa.
Thalys ignorou as chamadas da liga, ele desligou os computadores, os celulares, tudo, ficou no escuro, pensando em um plano de backup, caso eles venham a literalmente querer matar, mas ele pensava em Sun-Star-Man.
Ele alternava com escutas e rastreadores em cada um dos seus aliados, Thalys supostamente passou o tempo bebendo, ele realmente pegava um laptop e seguia os passos com câmeras espalhadas pelas cidades, seguindo os passos de cada herói que cada cidade.
Thalys correu em direção ao banheiro, não se aguentando, foi ali que ele ouvia Sun-Star-Man voando em direção a caverna, ele não conseguia parar de vomitar, ele ouvia mais de um passo, era mais alguém...
- Thalys. – Era d**k, que estava com as mãos em seus ombros.
Thalys ao terminar de vomitar na privada, ele se virou.
- Voce bebeu. – Disse Sun-Star-Man. – A semana toda.
- Continua pensando em viajar? – Era uma questão estranha feita pelo homem de aço.
- Ainda não estamos no final do mês. – Disse Thalys. – Mas eu não estou bem. – Disse. – Algo na bebida. – Disse Thalys.
- Ressaca na melhor das hipóteses não é bem. – Disse Sun-Star-Man. – Mas não é motivo para isso.
- Você pretende se matar de tanto beber? – Questionou Selene aparecendo ao lado deles.
- O que vocês querem aqui? – Ele perguntou limpando a boca com um papel higiênico, e se levantando, ele estava usando apenas um pijama marrom.
- Eu sai da liga, vão embora. – Disse Thalys cambaleante.
- Eu não sou mais útil a liga da justiça. – Disse Thalys. – Estou fora.
- Nós pensamos que você soube. – Disse Sun-Star-Man o acompanhando ao redor da caverna.
- Aquilo foi mostrado em todas as cidades. – Disse Thalys.
Algumas luzes estavam apagadas, e o computador estava com a tela chuviscando, havia pouca iluminação, a caverna e a mansão estavam na penumbra.
Thalys caiu em direção a cadeira longe do computador em uma mesa ao canto, sua cabeça doía, ele estava um trapo, havia no canto uma grande mochila de viagem preparada, sua têmpora estava doendo.
- Deus... – Disse Thalys. – Que merda.
- Eu diria que sim, Thalys. – Disse Selene.
Thalys se viu no espelho, olheiras fundas, ainda bem que Eduard viajou, ele não o veria, com barba para fazer, e o cabelo desgrenhado.
Houvesse quem tentasse tirar Black-Dragon de sua caverna, Jocker fez a festa em Paul Lovecraft Count, mas pelo visto, não houvesse quem tirasse ele de sua cova.
- Eu estou cansado. – Disse Thalys.
- Nós estamos tendo problemas. – Disse Selene.
- Vocês podem ter todo o problema que for, mas eu sai da liga. – Disse Thalys.
– Eu treinei, você d**k, o suficiente para me suceder. – Disse Thalys.
- Eu não vou ajudar. – Disse Thalys.
- Tem outro Black-Dragon fazendo o trabalho. – Disse Thalys.
- Mas nem um conselho? – Questionou Sun-Star-Man.
Thalys olhou em direção ao Sun-Star-Man.
- Não. – Disse ele.
- Eu quero ser deixado em paz. – Disse Thalys.
- Tem tantos heróis e vigilantes em Paul Lovecraft Count. – Disse Thalys.
- Eu treinei a maioria, se não todos. – Disse Thalys. – Uma hora vocês descobrem o que fazer. – Disse Thalys.
Eles se olharam e saíram da caverna.
Thalys olhava em direção a um computador, ele esperou alguns minutos e ligou um computador, estava em seguida, ligando várias telas e mostrando cada um dos heróis das cidades.
- Idiotas. – Disse Thalys.
- Tolos. – Ele falou.
Dentro de primeira semana que se seguia, quase ao final da sexta feira, todos os heróis estão incluídos, dois heróis de cada cidade super heroicas, poderão matar sete inocentes, do primeiro ao último, aquele que matar, deverá ser um inocente sem pecado.
Todos ali com nervos a flor da pele, estavam constantemente irritados, havia um relógio cronometrando o tempo.
Heróis, deuses, vilões e todos ali, viram e ouviram o que os deuses disseram.
- Interessante. – Disse Luther. – Eu não teria feito melhor.
Em um bar de vilões...
Luther estava ali sentado a uma mesa, com cartas de pôquer e fumando um charuto.
Luther observa a sua volta, ele percebeu que eles queriam que heróis matassem, quem era ele para não ajudar, a tornar o Sun-Star-Man um vilão.