Capitulo 1.5

1079 Words
- Eu aposto que Sun-Star-Man vai sucumbir. – Disse ele. Joker, e alguns vilões se reuniram em uma mesa redonda uma roda de conversas e jogando pôquer, ao redor deles, entre os fumantes e os vilões do submundo. - Eu aposto que consigo fazer que Black-Dragon, mate. – Dizia o palhaço do crime. - Quem ganha alguma coisa com isso, é o herói, não nós. – Disse Senhor Frio, além dele matar por dinheiro. – Disse Frio. – Eu não vejo, Black-Dragon matando por aí, nem mesmo por dinheiro. – Disse senhor Frio. - Na verdade, eu apenas vejo um Black-Dragon, mas não sei se este é o original. – Disse Pinguim. – Mesmo que ele precisasse. – Disse Pinguim. – Mas você percebeu algo, Joker? – Questionou Poison Ivy. - O que, querida? – Questionou o palhaço. - Nós não o vimos a semanas. – Disse a mulher verde. - Você, como todos nós, sabe que o que temos aqui, não é o original. – Disse Poison. - E você sabe que ele não mata. – Disse Crocodilo. - Mas nós não sabemos desse novo. – Disse Charada. - Ele teve milhares de oportunidade de matar você e não fez, e era de graça. – Disse Pinguim. – Porque ele mataria um inocente, mesmo agora por dinheiro. - O poder corrompe, não é mesmo? – Questionou O Charada. – E a ganancia faz você cometer loucuras. - Podemos brincar um pouco, os deixar com raiva, o suficiente para causar uma complicação e enlouquecer a ponto de matar e descontar em um inocente. – Disse Charada. - Será que assassinato por erro cometido conta? – Questionou Charada. - Vamos, ver o maior louco que causaram um caos a ponto de o enlouquecer, seria você. – Disse Charada. - Já que não estamos fazendo nada. – Disse Charada. – Porque não? – Questionou Nygma. - Voce não faria por dinheiro? – Disse. – Viu aquela quantia? – Questionou Two Face. – São 700 bilhões de dólares e 30 barras de ouro. – Disse. – Isso deixa qualquer um com ganancia. – Disse ele. - O que ganharíamos com ele matando? – Questionou Coringa. – Além de é claro o ver matar um inocente. – Disse. – Vamos gente, ver o circo pegar fogo. - Ele poderia dividir o dinheiro conosco, se encontrássemos a vítima. – Propôs Nygma. - Desde quando, algum herói iria dividir dinheiro conosco? – Questionou Crocodilo. - Porque não? – Questionou Nygma. - Porque se uma pessoa matar um inocente, desde quando, ele iria se importar em não nos matar? – Questionou Arlequina aparecendo. - E se sequestrássemos um aliado de um herói. – Propôs Nygma. – Se tivermos algum refém. – Tentou Charada. - Ele não se importaria com um vilão. – Disse Arlequina. – E mataria todos a sua frente. - Que tal nos divertirmos pelo menos, esquecer essa parte. – Disse Joker. – Que tal o caos pelo caos. – Disse Joker. - Sim. – Disseram eles ao redor. – Dando um tilintar de copos. Ele, sim iriam tentar pegar o ouro. Enquanto os mais idiotas, em todos os sentidos, todos em menor e em maior grau eram transformados em bichos, além de serem eletrocutados, uma montanha de porcos andando de volta ao tentarem pegar as caixas de dinheiro daquela torre pontiaguda. Entre os vilões começaram a ocorrer apostas de quem mataria primeiro. Laura Lane estava procurando uma matéria, ignorando a maior parte dos gritos e loucuras de heróis. Durante aquela semana, estavam os repórteres abordando os heróis sobre aquelas questões. Foram as alturas a criminalidade em cada uma das cidades, eles fizeram vários reféns ao longo da semana, em si, cada vez que eles apareciam e um herói surgiam, os vilões usavam crianças como escudo. Houveram vários casos de sequestros ao longo da semana. Laura Lane estava cobrindo a reportagem de super heróis sobre assassinar inocentes. - Laura. – Disse Perry à sua frente na redação do planeta diário. - Você está dispensada pelo resto do mês. – Disse. - O que...? – Disse Laura. - Não... – Disse Laura. – Não... – Disse novamente. – Não é certo. - Foi é a fonte de todos os problemas de Sun-Star-Man, algum vilão i*****l pode usar você para o forçar a matar um inocente. – Disse. – Não volte aqui antes do final do mês. – Disse Perry. - Quem disse que o Sun-Star-Man mata? – Gritou Laura. - Os informantes das ruas. – Disse Perry. – Roubaram um carregamento de kryptonita, e gás do medo. – Disse Perry. - Quem disse isso? – Questionou Laura. - Eu. – Disse Jimmy. – Eu descobri um informante que vazou que roubaram vindo para Metrópoles – Homens alucinando já fizeram o pior. – Disse Perry. - Enquanto que alienígenas drogados, alucinam e matam, mesmo não querendo. – Disse. – Ele pode pensar que você é o Apocalipse. – Disse Perry. – Além de eu fazer uma matéria de sua morte, farei uma matéria apoiando Luther. – Disse Perry. - As regras são claras, Perry, ele apenas pode matar por espontânea livre vontade um inocente. – Disse Laura. – E não obrigado. – Disse Laura. - Não foi isso que eu soube. – Disse Perry. – Se você ficar, eu chamarei a polícia e você estará sendo escoltada para fora do planeta diário. – Disse. – Irei alegar segurança nacional. – Disse Perry. - Chefe por favor. – Tentou Laura. - Se você provar para mim. – Disse Perry. – Que não será morta por Sun-Star-Man. – Disse Perry. – Pensando que você é uma super vilã. – Propôs Perry. – Eu deixo. – Disse seu chefe. Laura fumegando seguiu para a sua mesa, pegou as suas coisas, e desceu em direção a rua pelo elevador. Thalys, seguiu Laura, com seus óculos escuros, ele esbarrou nela mesmo tossindo e passando m*l, quase caindo, a mulher quase ficou com raiva, mas se virou a tempo quando percebeu que o homem estava passando m*l, era um bom disfarce de leproso aquele, estando irreconhecível. - Meu deus. – Disse Laura. – Voce está bem? – Ela questionou. - Vou melhorar. – Disse, sentado no banco, um pouco bambo e instável. Ela o soltou, quando ele se levantou, sem percebeu que ele colocou um rastreador nela, a observando, e seguindo depois no dia seguinte a monitorando, e observava as ações de Selene, ao longo do dia, e ao decorrer da semana.
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