Dante Depois de tudo o que aconteceu no pavilhão, depois da tentativa m*l executada de me eliminar, me trouxeram para a enfermaria apenas às dez da manhã, como se aquele atraso fosse coincidência e não uma decisão calculada para ver até onde eu aguentaria. Se dependesse deles, eu já estaria morto, largado em algum canto, virando estatística dentro daquela prisão. A única razão de eu ainda estar respirando era a médica. Valentina. Foi ela quem interveio no momento certo, quando a situação já estava perdida, e embora eu não fosse um homem que gostasse de dever favores, eu reconhecia quando alguém atravessava a linha entre obrigação e algo mais. Do lado de fora, meus homens mantinham vigilância constante, espalhados de forma estratégica, atentos a qualquer movimento fora do padrão. Ninguém

