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Christopher Quando acordei pela manhã, sentia minha garganta queimar quase como se eu tivesse engolido dezenas de agulhas. Até beber água fazia doer.  Comecei a andar pelo iate procurando a Dulce. Talvez ela tenha ido fazer algum trabalho para a Água, então não me preocupei tanto, já que ela sempre sumia e voltava.  Como café da manhã, eu fiz apenas uma panqueca com um pouco de mel, mas acabei nem tendo forças para comer aquilo inteiro. Eu escarrava sangue a todo momento e nem queria imaginar o estado deplorável que com certeza a minha garganta se encontrava.  As horas foram passando e eu via que Dulce estava demorando demais para retornar. Esperei o dia inteiro e no fim de tarde, eu estava certo de que ela havia me deixado sozinho. Foi desesperador pensar que Dulce havia me deixado aq

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