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562 Words
Terror Narrando Já estava de saco cheio porque almocei sozinho; nem para a desgraçada me fazer companhia. Ela ficou cheia de palhaçada só porque viu os arranhões daquela peste da Gláucia. Mas não estou entendendo qual é a dela, será que foi ciúmes? Enfim, f**a-se. Ela passou por mim e eu reparei em cada centímetro do seu corpo; estava uma gostosa do c*****o. Fiquei muito incomodado, não vou mentir, mas mantive a indiferença e ela meteu o pé. Avisei os manos do plantão no Mirante pelo rádio; tudo lá é meu, os funcionários são de confiança. Fiz isso até pensando na proteção dela: se quer curtir, que vá, mas eu vou estar ciente de cada movimento. Passei a tarde toda fumando baseado, comendo a lasanha que ela fez e vendo filme. Essa filha da p**a cozinha muito bem para a idade que tem, fico até admirado, papo reto. Quando ela resolver ir embora, vou sentir falta. Talvez seja por isso que estou demorando para me envolver com outras, no fundo essa convivência tem sido boa e eu aproveitando a comida gostosa dessa desgraçada. Também dei uma agilizada nos negócios: pedi carregamentos de drogas, armamentos novos e até cestas básicas — uma vez por mês distribuo para a comunidade. Nós fazemos o que o Estado nunca fez, não é segredo para ninguém. Já estava quase pegando no sono, até que o rádio tocou avisando que elas estavam saindo do pagode acompanhadas por dois caras. Ah, é assim? Já coloquei a pistola na cintura, vesti qualquer blusa por cima e peguei o boné. Quatro e pés, não sou o****o. Entrei no carro feito um desesperado, deixando os seguranças para trás. Quando cheguei ao local, meu coração quase saiu pela boca e eu não entendo nem o porquê disso. Freei o carro quase em cima deles e ordenei apenas que ela entrasse, só para não dar um tiro na cara daquele arrombado e acabar espalhando bala nela, porque essa era a minha real vontade. Para completar, a diaba não se calou: começou a gritar igual uma louca, de tão bêbada que estava. Não queria discussão, até porque ela está visivelmente alterada, mas ninguém grita comigo, né chefe? Apenas ela consegue fazer isso. Fiquei puto pra c*****o quando ela tocou no assunto da idade. Nem sabe quantos anos eu tenho, p***a! Ainda soltou aquela de que eu parecia o pai dela e, para fechar, me chamou de velho — foi isso que entendi. Mas suave, também não sou da idade dela e nem ela da minha. Realmente sou mais velho e vou ter a oportunidade de responder à altura quando a cachaça dela passar. Quando íamos entrando em casa, ela começou a vomitar, mas vomitava muito mesmo, e eu já estava ficando nervoso. Não era possível tamanha sujeira; essa diaba bebeu muito, muita doideira. Ajudei segurando os seus cabelos e deixei ela botar tudo para fora. Quando passou, peguei-a no colo para levá-la tomar um banho, ver se melhorava o estado dela. Ela me abraçou forte; ainda bem que estou firme segurando ela no colo, porque estou puto e não conseguiria retribuir o gesto. Cheguei ao meu quarto e a levei direto para o banheiro. — Você consegue tomar banho sozinha? — Perguntei, colocando-a em pé no chão do box. — Sim. — Respondeu, mas logo cambaleou, quase caindo em cima do blindex. Aí é foda...
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