Glaucia Narrando
- E pela primeira vez na vida, Terror não cedeu pra mim em nenhum momento. Isso me dá um ódio mortal de tudo! Sei que a p**a tá grávida e pra completar, sei também que ela é mulher do Ferrugem, o filho da p**a tá sendo talarico na cara dura e ninguém faz p***a nenhuma. Não sei que medo é esse que todos tem por esse homem! Independente das facções, o crime é na risca e o que vale pra uma facção, vale pra todas. Alandelon jamais.
- Sarinha é uma marmita do morro, que se vende pra ter o mínimo. Entrei em contato com ela pelo i********:, dei uma de amiga, disse diversas coisas pra encher o ego dela e elevar a ao estima. Disse que ela tinha potencial pra ser uma grande empresária, que iria colocar ela em uma das minhas empresas de gerente e a c****a caiu. Burra pra c*****o! Não foi difícil achar ela, nas páginas de fofoca da Rocinha news, ela tá em todas. Cada dia com um vapor diferente, essa sabe dar. Costela sumiu, não atende uma ligação, não responde uma mensagem, não aguento mais comprar p***a de chip pra falar com esse desgraçado. Então tive que me virar.
- Mas como nada na vida é de graça, faço ela alavancar e ela me dá todas as informações que preciso. Foi aí que descobri tudo e o ódio só tem crescido. Mas não tem nada não, vou usar tudo isso ao meu favor. Fiz contato com o Ferrugem, tentando me aliar a ele. Óbvio que ele não caiu de primeira. Mas deixei claro que a minha intenção é a mesma que a dele, destruir a vida do grande Terror. Só que o cara parece que tá vivendo em uma dessas cavernas por aí. É horrível pra falar com ele, tem que ter paciência e isso é uma coisa que eu não ando tendo ultimamente.
- Vou usar isso ao meu favor, pegar algumas informações do Ferrugem, chegar como quem não quer nada. Super superada e redimida, passar tudo para o Terror. Assim ele vai ver que não estou contra ele, não vai querer me matar, vai me perdoar e eu vou ficar cada vez mais perto de acabar com esse romance ridículo, não vou tolerar isso bem de baixo das minhas vistas. Vou tirar aqueles bebês na marra. A única que poderia ser mãe dos seus filhos sou eu, se eu não tenho como dar, ninguém vai dar. E ele não terá filhos, isso é um fato.
- Ninguém vai chegar do nada e roubar meu lugar como se eu não tivesse anos aqui, do lado desse homem. O que me admira é a forma ingrata que ele me tratou durante esses meses, como se eu não fosse nada. Mas como eu disse, levo ele do luxo ao lixo! Eu não estou pra brincadeira, eu vou jogar com as armas mais perigosas que tenho, mesmo custando a minha vida. Não tenho medo de ir pra guerra e lutar pelo que é meu. Sim, ele é meu. E no fundo ele sabe disso!
- Tá querendo se aventurar, mas já já esse encanto acaba e voltamos ao normal. Um homem como ele tem que ter uma mulher de verdade ao lado, não uma fedelha que não sabe nem se defender, depende dele até pra respirar. Com o tempo isso vai se tornar sim, um fardo. Já que ele é totalmente ocupado com o mundo do crime, vai ter mais uma dor de cabeça com uma esposa troféu que não sabe nem se defender? Não mesmo.
- Tem homens que ficam cegos que chega dar ódio. Ele não ver que ela pode ser a ruína dele, o cara nunca foi metido com nenhum tipo de vexame, cobiçar mulher dos outros ou ficar no meio de qualquer fofoca que seja, por mais que esse meio do crime seja difícil. Mas ele se manteve intacto até aqui, mas agora parece que ele não está ligando pra isso. Chamei a Sarinha no w******p e ela me responde pra hora, gosto assim.
- w******p On.
Glaucia: Minha menina, preciso de mais um daqueles favores.
Sarinha: Pode falar, patroa.
Glaucia: Preciso saber como está aí, pra ver se posso chegar.
Sarinha: Aparentemente tranquilo. Morro ainda em alerta, mas nada acontece.
Glaucia: Perfeito, obrigada. Você é meu amorzinho, minha menina.
Sarinha: Sua menina.
- w******p Of.
- Liguei umas três vezes para o Ferrugem e nada dele atender. Preciso que trocar qualquer tipo de ideia com ele, pra chegar lá com qualquer informação e me achegando aos poucos. Não posso demorar pra colocar meus planos em ação.