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884 Words
Chupava com gosto aqueles s***s, mordendo com uma certa força, enquanto a bandida se contorcia e gemia baixinho. Desci uma das minhas mãos até a sua i********e; percebi que estava sem calcinha por baixo do baby-doll. Eu sabia que ela veio com intenção, nunca erro. A filha da p**a estava encharcada, muito molhada. Eu já estava surtando; ela quer testar a p***a do meu autocontrole e, sendo bem sincero, não sei se tenho. Dediquei atenção ao seu c******s, tocando num ritmo acelerado, e ela começou a gemer mais alto — aquilo era música para os meus ouvidos. Enfiei um dedo de leve, não posso me empolgar, ela é virgem. Já pensou se eu estragasse o cabaço dela com o dedo? Eu me mataria, papo reto, hahahaha. Meu p*u estava explodindo dentro da cueca, babando firme, o pré-g**o escorrendo pela roupa. Continuei a tocando e a safada gemia igual louca. Quando ela estava chegando lá, retirei o meu dedo, mordi o bico do seu peito uma última vez e virei para o outro lado, mantendo os olhos fechados. — Não faz isso, por favor, não! Estava quase lá! — Reclamou, frustrada. — Problema é seu. Esqueceu que eu sou velho para você? Me comparou com o seu pai, qual é a sua? E ainda ficou se esfregando naquele playboy lá, pede para ele te fazer gozar. — Disse, puto da vida. Sou rancoroso mesmo e não esqueço fácil. Posso estar com um t***o por ela que nunca senti por ninguém, mas não vou pegar o que já foi de outro. — Eu estava bêbada. É ridículo da sua parte usar o que eu falei em total vulnerabilidade contra mim, mas é isso. Vou atrás dele mesmo, tenho certeza que não vai negar. — Falou, saindo da cama bufando. — Vai lá. Só não esquece que vai ser caixão e vela preta para os dois. Já matei por muito menos! — Gritei, levantando de uma vez. Se vai falar merda, vai ter que escutar igual. — Não tenho medo de ameaças, muito menos vindas de você. Nós não temos nada, não tem porquê ficar remoendo. — Disse ela, entrando no seu quarto. — Remoído é o c*****o, mina! Você está na minha casa e fica se esfregando lá fora com outro? Cadê a tua postura, o respeito? Independente de não termos nada, é o mínimo, né? Sou homem, c*****o! — Falei, indo atrás dela até o quarto. — Não seja por isso, eu saio daqui. Mas você não vai me prender e nem me cobrar algo com medo do que os outros vão dizer, sendo que nós nunca tivemos nada. Para ser mais específica: não tivemos, não temos e nunca vamos ter. Você é machista. Há dias atrás estava se esfregando em outras mulheres, chegou até arranhado, e se eu der um beijo o mundo cai? Euem. — Falou gritando, enquanto arrumava as suas coisas que estavam em cima da cama. — Nunca tivemos nada, mas na primeira oportunidade que tu teve, foi para a minha cama para eu te fazer gozar, né? Quando eu estava chupando gostoso os teus p****s e te tocando firme, não era isso que estava dizendo? Muito pelo contrário, queria até mais. Então não vem dar uma de santa, não. — Disse, puto pra c*****o. — Que sensação de poder absurda é essa que você tem? Foi você e poderia ser qualquer outro, não se ache por isso. Estou nova e cheia de desejos à flor da pele, sou mulher também e tenho as minhas vontades. Não foi por ser você, foi porque eu senti vontade ali naquele momento. — Rebateu, com os olhos marejados. — Então no caso, se fosse para fazer, seria com qualquer um? Aí tu me usou, né? Estava aqui, mais perto de ti e era o que tinha. Tá certo, vou nem falar mais nada, que para mim já deu. Não sou qualquer um e nunca te tratei como qualquer uma. Mas a partir de hoje, você é sim qualquer uma. Fé. — Disse, saindo do quarto e deixando ela para lá. — No seu caso eu não sou qualquer uma, eu seria só mais uma. Some da minha frente, eu te odeio! — Gritou ela do quarto, com a voz embargada pelo choro. Não me dei ao trabalho nem de responder. Vai tomar no cu. Que mina escrota, como ela tem coragem de vir me dizer que não era por causa de mim, e sim porque estava com vontade. Ah, não fode! Ela não se respeita mesmo. Se eu não tivesse chegado na p***a daquele pagode, ela teria dado para o arrombado lá. Que se f**a também, isso tudo já está indo longe demais. Ela não é mulher para mim, muito nova, está descobrindo o mundo agora e logo vai entender como é a vida. Não tenho psicológico para lidar com mulher, quem dirá uma novinha. Ela já me causou estresses em tão pouco tempo que nunca tive com nenhuma. Melhor cortar logo o m*l pela raiz, cada um no seu quadrado, e o meu quadrado está fechado. Ninguém entra! Vou resolver logo o que tenho que fazer em relação ao desgraçado do Ferrugem e dar a liberdade que prometi para ela. Depois disso, cada um segue com a sua vida e está tudo bem.
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