Maitê
Que beijo era aquele… Aconteceu o que eu mais temia: o beijo se encaixou muito.
Ele apertava a minha b***a e segurava o meu pescoço – eu estava a ponto de dar pra ele, mas isso não pode acontecer de primeira. Então eu seguro o queixo dele e vou parando o beijo, descendo com os beijos pro pescoço, onde deixo um chupão.
Fantasma – Vagabunda! – fala dando um tapa na minha b***a, e eu dou uma risada.
Fantasma – Quer ir lá pra casa? – fala me olhando, com as mãos na minha cintura.
Maitê – Melhor não, deixa pra próxima. – falo com a mão por dentro da blusa, passando a ponta das unhas na barriga dele.
Fantasma – Por que melhor não? Olha como você tá me deixando já… – fala levando a minha mão pro volume na calça.
E te fala que volume! Eu tô quase mudando de ideia.
Maitê – Porque sim… – e o meu celular começa a vibrar: é a Alice. Falando nisso, preciso voltar.
Fantasma – Então me dá um beijo de despedida! – fala me puxando e me dando um beijo. Eu paro com um selinho.
Já vou saindo de volta pro camarote – e lá tá Alice me procurando.
Alice – A onde você tava, irmã? – fala me olhando preocupada.
Maitê – Tinha ido no banheiro e depois fui fumar um baseado. – falo olhando pra ela, que arqueia a sobrancelha.
Alice – Sei bem o que você “fumou”… – fala olhando pra trás de mim – o Fantasma estava subindo.
Maitê – Amiga, te falo só: no beijo eu já quis dar! – falo baixo, olhando pra ela, e ela começa a rir.
Alice – Você vai me contar tudo depois! – fala me olhando e me puxando pra dançar.
Então eu e ela começamos a dançar – nisso a gente se garante. Só que eu tô com medo do c*****o de pagar calcinha, porque esse vestido é beira-cu. Mas seguro o tecido e tudo certo.
Já são 5:30 da manhã e, adivinha? Alice sumiu. Com certeza deve tá dando só, mas não me atende nem por reza, não responde nada. Se eu não a conhecesse e não tivesse visto ela saindo com o neguinho, teria ficado preocupada.
Então eu tô de canto bebendo – estou alegre, mas consciente de tudo – até que recebo uma mensagem. Sei até de quem.
WhatsApp on
+55 21 4552-4673
— Vai embora comigo?
Maitê: Vou nada.
— Eu te espero lá em baixo naquela BMW.
Maitê: Eu já falei que não vou, filho.
— Vou descer agora.
WhatsApp off
Então eu desligo o celular e vejo ele se despedindo do pessoal que estava com ele – e ele desce. Quer saber? f**a-se, amanhã eu coloco a culpa na bebida. Espero uns 2 minutos e desço – já vejo o carro ligado, então entro no banco do passageiro.
Fantasma – Achei que eu ia ter que ir te buscar. – fala desligando o celular e me olhando.
Maitê – Duvido que você ia. – falo me arrumando no banco. Ele me olha, e ali tiro todas as minhas dúvidas de que realmente me buscava.
Fantasma – Vou lá pra casa. – fala me olhando, colocando a mão na minha coxa.
Maitê – Me deixe em casa, por favor. – falo olhando pra ele, sentindo a mão dele subindo até encostar o dedo na minha calcinha.
Fantasma – Tem certeza que quer ir pra sua casa? – fala puxando a calcinha pro lado, passando o dedo na minha b****a que já tá a molhada.
Maitê – Eu não me responsabilizo pelos meus atos. – falo segurando a mão dele que tava me tocando.
Ele dá um sorriso de canto – que sorriso! Então sai com o carro, dirigindo rápido igual um doido. Abre o portão da garagem, estaciona e a gente desce. Ele abre a porta da casa, eu passo pra dentro – que casa linda, tudo moderno, um luxo mesmo. Ele me abraça por trás e começa a beijar minha nuca e meu pescoço.
Maitê – Agora você tá fudido na minha mão! – falo dando uma risada, e ele bate na minha b***a.
E ali eu tive a certeza que a noite ia ser muito longa.