A manhã nasceu com um gosto metálico de urgência. O sol m*l havia atravessado as janelas da mansão quando Dante foi chamado por um de seus homens. Ele m*l havia dormido — a noite ao lado de Isadora tinha sido silenciosa, intensa, carregada de tudo o que não foi dito, mas ainda assim, necessária. Agora, com os olhos cansados e o maxilar travado de tensão, ele atravessou os corredores da casa como um general prestes a entrar em campo. Costello, o mais antigo entre seus aliados, o aguardava no escritório com os punhos cerrados e o olhar sombrio. — Temos um problema — disse sem rodeios. — Santiago de Luca fugiu. O coração de Dante gelou, mas seu rosto permaneceu impassível. — Como? — Ainda estamos apurando. Mas alguém o ajudou de dentro. Ele deixou a propriedade durante a troca de turno

