CAPÍTULO UM
— Eu sinto muito em dizer, menina, mas seus pais estão mortos*!
Um paramédico avaliava os dois corpos estirados no chão da pequena casa velha caindo aos pedaços. Samantha estava agarrada ao seu pequeno irmão Benjamin, tapando os olhos dele para que não visse aquela cena de horror, dos pais fuzilados no chão, cobertos de sangue*.
— Sam,eu quero ver o papai e a mamãe, por favor! — Dizia o pequeno sem entender nada.
— Ben, espera só um pouco. Só um pouco até nossa brincadeira terminar.
Samantha se segurava para não chorar e engoliu em seco, pois nem mesmo seu luto poderia ser expresso após ver os pais mortos*. Não queria deixar Benjamin abalado.
— Você é maior de idade, menina? — O paramédico pegou uma caneta do bolso para preencher um papel na prancheta que tinha em mãos.
— S- sim — Gaguejou mentindo. Ainda faltava seis meses para ela fazer dezoito anos.
O paramédico olhou para ela levemente desconfiado, mas como estava com pressa para ir embora, estendeu a caneta e a prancheta para a jovem moça.
— Ok, assine aqui para liberar os corpos.
Sem pensar muito, Samantha fez um rabisco como pode.
— Esteja amanha de manhã no IML para reconhecer os corpos.
Ainda abalada e com olhos marejados quase chorando, a p***e órfã acenou positivamente com a cabeça, enquanto olhava para o corpo dos pais.
— Estarei.
O paramédico juntou seus apetrechos e saiu o mais depressa junto dos outros técnicos carregando os corpos dentro de um saco preto.
MANSÃO DOS BITTENCOURT
Um som alto de musica eletrónica tocava na área da piscina. Algumas garotas de biquíni dançavam em cima de cadeiras de praia e espreguiçadeiras. Umas estavam dentro da piscina sobre os ombros de alguns rapazes, brincando de derrubar umas as outras, esguichando água por todos os cantos.
Pela porta de vidro que dava acesso a imensa sala bem decorada, sobre o piano de cauda, José Felipe beijava uma garota, num clima completamente quente.
— Vamos pro meu quarto, vamos?
— Calma, seu safadinho! — Dizia a menina toda fogosa.
— Ah, para de graça, Melissa. Vamos! eu tô cheio de v*****e!
José Felipe beijava todo o pescoço da moça.
— Você disse que ia me pedir em namoro essa semana, e até agora nada.
— Mas eu vou, meu bebe. O que tem isso a ver, hein?
Melissa estava com tanto d****o quanto o rapaz, cravando suas unhas vermelhas nos músculos definidos dos braços de José Felipe.
Mas não poderia ceder sem antes ele prometer assumir o compromisso entre os dois.
— Eu sou virgem, você sabe!
José Felipe parou o beijo no meio e começou a rir.
— E eu sou um shake árabe!
— Está me chamando de mentirosa?
Melissa empurrou o garoto e ajeitou o nó do seu biquíni atrás do pescoço.
— Claro que não, meu amorzinho. Longe disso! — Desconversou.
— Eu já disse que não vou subir coisa nenhuma. E agora me deixe ver se as meninas precisam de mim.
José Filipe ficou frustrado olhando Melissa sair pela porta. Mas seu desânimo durou até Raissa passar pelo corredor lateral em direção ao banheiro. Ele não pensou duas vezes e seguiu Raissa pelas costas.
— Saudades de mim?
Já sabendo de quem se tratava, Raissa riu e virou-se.
— Ué, achei que estivesse com a chata da Mel.
— É, eu tava sim. Mas ela está me cansando com aquele "charme" dela.
— Quer diversão, José Felipe?
— Sempre, meu amor!
Logo esse breve diálogo transformou-se em beijos quentes. Raissa vestia uma saída de praia e por baixo um biquíni cavado sexy preto. Logo José Felipe puxava o laço e a parte de cima do biquíni caia no chão, deixando os p****s* dela nus*. Ele afundou seu rosto no colo de Raissa e ao mesmo tempo a erguia do chão prendendo as coxas de Raissa em seu quadril. Ela pode sentir a ereção* de José Filipe pressionar sua i********e*, a fazendo ficar mais úmida.
— Geme pra mim, geme. Quero te f***r* todinha,
José Filipe encostou o corpo de Raissa na parede, usando isso de apoio para livrar uma das mãos e baixar seu calção. Retirou seu p*u* pra fora todo alvoroçado, tomado por t***o*. E sem que Raissa tivesse tempo para respirar, ele puxou o laço lateral da parte de baixo do biquíni e em seguida a penetrou* com força, a fazendo sentir uma discreta dor, mas depois fora tomada por um prazer* indescritivel.
— Me fodeee*, me fooode*!!! — Suplicava a menina.
— Como queira, sua p*****a*!
José Filipe movimentava seu quadril para frente e para trás, penetrando* Raissa com muita força, que gemia* de prazer
IML DA CIDADE — DIA SEGUINTE
Samantha havia deixado Benjamin com uma vizinha para que pudesse ir fazer o reconhecimento do corpo dos pais e liberar para o velório.
Ela saia do instituto medico legal, com um documento e mãos, quando um carro conversível vermelho passou em grande velocidade por ela, a fazendo perder o equilíbrio devido ao susto de quase ser atropelada.
Os pneus cantaram ao derrapar no asfalto quente, assim que o motorista do conversível pisou no freio.
Samantha se recompunha olhando para onde o carro parava. DEle desceu um homem alto e forte, de cabelo de corte baixo nas laterais e mais volumoso em cima. Uma barba bem feita. O rapaz vestia óculos e não devia ter mais que vinte e cinco anos.
— Qual foi, garota? Não sabe andar sozinha na rua?
Era José Filipe que havia pego o carro do pai para dar um passeio pela cidade.