A luz do sol invadia a casa de veraneio, mas para Melissa, o mundo parecia coberto por uma sombra. O calor da transa com Daniel ainda queimava em sua pele — as estocadas dele, as falas safadas, o jeito que ele a fez gritar seu nome —, mas agora ele estava distante, como se um muro tivesse surgido entre eles. Ela estava na varanda, o biquíni azul colado ao corpo, os cabelos pretos soltos, os olhos azuis fixos no mar, tentando ignorar a dor no peito. Daniel a evitava desde a noite passada, quando, após confessar seu amor, ele disse que não podiam continuar. “Eu jurou te proteger, não te quebrar,” ele murmurara, e aquelas palavras a cortavam mais que qualquer rejeição.Daniel estava na praia, jogando vôlei com Henrique e Lucas, o corpo sem camisa brilhando de suor, cada movimento dos músculos uma tortura para Melissa. Mas ele não olhava para ela. Nem uma vez. Em vez disso, conversava com Clara, que ria alto, tocando o braço dele com uma i********e que fazia Melissa cerrar os dentes. Ele tá tentando me esquecer, ela pensou, o ciúme misturado com um t***o que não explicava. Mesmo sabendo que ele a queria — a forma como ele a fodia provava isso —, Daniel estava se forçando a ser o protetor, não o amante.Bianca se jogou na cadeira ao lado dela, o biquíni rosa destacando a pele bronzeada. “Tá com cara de quem brigou com o mundo, Mel,” ela disse, entregando um suco. “É o Jace? Ou… outra coisa?” O olhar dela era curioso, como se soubesse mais do que dizia.Melissa forçou um sorriso, tomando um gole. “Nada, Bia. Só cansada.” Mentira. Ela estava exausta, sim, mas era por Daniel. Por ele a ter feito gozar como nunca, só para depois se afastar como se ela fosse veneno. Ela queria correr até ele, puxá-lo contra si, mas o jeito que ele evitava seus olhos a segurava.Daniel estava no inferno. Cada risada de Melissa, cada movimento do corpo dela no biquíni, era uma facada. Ele se forçava a focar no jogo, em Clara, em qualquer coisa que não fosse ela. Ela é minha garotinha. Minha prima. Não posso. A transa na noite passada fora um erro, ele dizia a si mesmo, mesmo que cada estocada, cada gemido dela, ainda ecoasse em sua cabeça. Ele jurou protegê-la, desde os dias em que enxugava suas lágrimas após os pesadelos do pai abusivo. Querer fodê-la era um delírio, uma traição a tudo que ele era para ela.Clara se aproximou, o vestido leve colado ao corpo, os olhos castanhos brilhando. “Você tá tenso, Daniel,” ela disse, a mão roçando o ombro dele. “Relaxa. Vamos caminhar na praia?” Ele hesitou, mas assentiu, precisando de qualquer distração. Enquanto caminhavam, Clara falava, mas ele m*l ouvia, os olhos voltando para Melissa na varanda, rindo com Bianca. Ela tá bem sem mim. Talvez seja melhor assim.Mas Melissa não estava bem. Vendo Daniel com Clara, o ciúme a consumia. Ela se levantou, decidida a não se afogar na dor. Jace estava por perto, mexendo no cooler, e quando ele a viu, o sorriso safado apareceu. “Tá linda, Mel,” ele disse, se aproximando, o corpo molhado do mar. “Quer dar um mergulho? Ou… algo mais?”Ela sabia que era uma má ideia, mas o vazio deixado por Daniel a empurrou. “Vamos,” ela disse, a voz rouca, deixando Jace puxá-la para a praia. Ele a levou para um canto escondido, atrás de rochas, e a beijou com fome, as mãos já sob o biquíni, apertando a b***a dela. “p***a, você é gostosa,” ele murmurou, os dedos descendo, encontrando-a molhada. “Quero te f***r aqui, Mel.”Ela gemeu, o corpo respondendo, mas sua mente gritava por Daniel. “Então me fode,” ela disse, a voz safada, tentando se perder. Jace não perdeu tempo, puxando o biquíni para o lado, as estocadas começando rápidas, o som do mar abafando os gemidos dela. “Tá gostando, né? Minha p*****a,” ele grunhiu, e Melissa fechou os olhos, imaginando Daniel no lugar dele, o que a fez gozar com um grito abafado.A noite trouxe uma calmaria falsa, com o grupo reunido para drinks na varanda. Melissa usava um vestido preto justo, o decote perigoso, tentando chamar a atenção de Daniel, mas ele m*l olhava, conversando com Clara, a mão dela no braço dele. A distância entre eles era um abismo, e Melissa sentia o coração apertar.Mais tarde, incapaz de suportar, ela subiu para o quarto de Daniel, a porta entreaberta. Ele estava lá, só de calça, o peito brilhando de suor, os olhos castanhos encontrando os dela com uma mistura de raiva e desejo. “O que você quer, Mel?” ele perguntou, a voz grave, quase um rosnado.“Quero você,” ela disse, entrando, o vestido colado ao corpo, os olhos azuis faiscando. “Você tá me evitando, Daniel. Por quê? Depois de ontem, depois de tudo…”Ele se levantou, tão perto que ela sentiu o calor dele. “Porque é errado, c*****o,” ele disse, a voz tremendo. “Eu jurou te proteger. Você é minha prima, minha garotinha. Não posso te f***r como se fosse qualquer uma.”Melissa agarrou a camisa dele, puxando-o. “Eu não sou sua garotinha,” ela retrucou, a voz safada, o corpo colado ao dele. “Quero sua rola, Daniel. Quero você me comendo até eu gritar. Para de fugir.”Ele gemeu, os olhos escurecendo, e antes que pudesse se segurar, agarrou-a, a boca colidindo com a dela em um beijo faminto. “p***a, você tá me matando,” ele rosnou, jogando-a na cama, o vestido rasgando nas mãos dele. “Você quer isso? Quer que eu te f**a sabendo que é errado?”“Quero, Daniel, me fode,” ela implorou, nua, as pernas abertas, os s***s subindo com a respiração pesada. “Me faz sua putinha.”Ele arrancou a calça, a penetrando com uma estocada bruta, o ritmo rápido, cada movimento arrancando gemidos altos. “c*****o, você é tão apertada,” ele grunhiu, as mãos agarrando os quadris dela. “Tá gostando de levar rola, né? Minha vadia.”“Sim, mete mais forte,” ela gritou, as unhas cravando nas costas dele, o prazer a consumindo. “Você é meu, Daniel. Só meu.” Ela o beijou com fome, enquanto ele esfregava o c******s dela, fazendo-a gozar com um grito. “Isso, goza pra mim,” ele disse, a voz rouca, gozando logo depois, o calor enchendo-a.Caíram na cama, suados, mas a culpa voltou como uma onda. Daniel a abraçou, a voz suave. “Eu te amo, Mel. Mas não posso te destruir. Não de novo.”Melissa, com lágrimas nos olhos, sabia que o distanciamento continuaria. Mas o fogo entre eles nunca apagaria.