Hoje era o dia. Eu precisava contar ao Christian sobre a gravidez. Mesmo relutante em admitir, o Marc estava certo. Não fazia sentido esconder ou fugir; ele descobriria de qualquer forma. Era melhor que a verdade viesse de mim. Olhei para a jaqueta de couro em minhas mãos e a ajeitei. Era a mesma que ele me emprestara na noite em que me levou para casa, e que eu nunca devolvera – ele nem sequer pedira de volta. Eu sabia que estava analisando demais, como sempre. Mas se ele fosse tratar o bebê como tratara a jaqueta… bom, eu não tinha muitas expectativas. Para ser honesta, não tinha nenhuma. Estava preparada para o pior. Não queria seu apoio ou dinheiro, só queria que soubesse. A última coisa que faria seria forçá-lo a ser pai, quando eu mesma não me sentia totalmente pronta para se

