Ela entrou no quarto e olhou para o homem de olhos fechados na cama. Ele estava imóvel. Muito imóvel. Ela considerou voltar para chamar o médico para ver se talvez ele precisasse de atenção médica adicional. Seu cabelo era escuro e úmido. Seu nariz estreito era reto, e ela se perguntou se deveria pegar seu espelho compacto para segurar embaixo dele para ver se ele estava respirando porque ele estava rígido e imóvel. — Você vai entrar ou só vai ficar aí me olhando? Ela deu um pulo antes de engolir nervosamente. — Você queria me ver primeiro, por quê? Ele abriu um olho e olhou para ela. — Direto ao ponto, como sempre. — Ele deu um tapinha na cama. — Venha sentar comigo. — Max, não é uma boa ideia. — É a melhor ideia. — Olha, eu tenho ordens para não te estressar ou te matar. Acho m

