FRANCINE Três anos depois. Meu salto soava alto demais no chão. O barulho parecia quase insurdecedor e minha garganta alojava um bolo angustiante. Me encontrava no terceiro andar da boate, onde Diego construiu uma sala de reuniões. Pela parede de vidro eu podia vislumbrar todos os homens e Denise ali, imponente, falando, enquanto eles se mantiam atentos a ela. Ethan, sócio do meu marido, fora o primeiro a me notar e, quando Diego olhou para ele e acompanhou o olhar, assumiu no rosto uma expressão preocupada por me ver ali. Tentei sorri para acalmá-lo. Mas a quem eu poderia enganar? Nem eu estava calma! Havia acabado de sair da clínica assim que cheguei do trabalho. Não tinha falado a ele mas já havia passado m*l duas vezes aquela semana e, a menstruação estava atrasada quinze di
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