FRANCINE Deslizei o cartão chave e ouvi o clique da porta se abrindo. Antes de entrar, no entanto, olhei para trás, para Diego, que por sua vez já havia aberto a porta do seu quarto e posto a mala para dentro. Analisei suas costas larga, os braços fortes por debaixo da blusa preta que parecia tão colada ao corpo, torneando os músculos. Segurei o arquejo. Então fui abaixando o olhar para a cintura e b***a redondinha debaixo da calça jeans, meus olhos ficaram ali, no entanto, não fui capaz de desviar rápido o suficiente quando ele virou e eu fui contemplada pela visão, a visão da parte frontal. Eu podia jurar que ouvi um grunhido baixinho antes dele abrir a boca: — Precisa de algo antes de dormir? — perguntou. Mas, no fundo, eu senti; parecia que ele estava esperando, esperando uma ú

