DIEGO — Vegas... — sussurrava pela... Na verdade, eu já havia perdido as contas. Ainda estava deslumbrado, e******o, olhando-a naquele vestido malditamente indecente. E Deus, eu sabia, por uma obra do destino que queria me f***r aquela noite, que Francine estava sem calcinha. Acabei, inevitavelmente, recordando quando ela, algumas horas antes no hotel, havia saído da suíte. Lembro que precisei fechar as mãos em punho para evitar qualquer reação exagerada, patética. Quando a mirei, porra... Os fios do cabelo dançando em seu rosto e pescoço foi a primeira coisa que notei. Pela primeira vez eu vía ele preso. Os brincos de pérola foi a segunda coisa. Eu fiquei feliz que ela tinha gostado do presente, mesmo que um dia antes estivesse se zangado pelo que eu havia feito na loja de vestido

