FRANCINE Estava quieta, apenas sentindo a sensação da mãos acariciando minha coxa levemente. Diego não tinha deixado de me tocar desde que saímos e, de vez enquando, eu podia ouvir sua voz quando cantava baixinho alguma música que passava no rádio. Ele mostrara me entender de uma maneira considerada absurda. Me fazendo focar em qualquer de suas ações para não deixar minha mente parada, quieta. Parece que não queria que eu me mantivesse reclusa com meus pensamentos, a mercê dos acontecimentos. Segurei um sorriso. Ele era péssimo cantor, devo salientar. Mas, estranhamente, eu gostava de ouvir sua voz. Minha mente me levou há semanas atrás quando nos conhecemos. Eu ainda não consigo recordar cada detalhe daquela noite vergonhosa mas, lembro exatamente como foi no outro dia quando aco

