Capítulo 26 Perigo narrando Eu vou te matar, Bn, seu filho da p**a! Que droga você deu para a Marcela? – eu grito, mandando um áudio enquanto subo o morro dirigindo. A respiração de Marcela estava irregular, ela falava sozinha, misturando números e palavras desconexas. Um mais dois é dois… três mais três é sessenta… oito mais oito é… você com cara de o****o! – ela ria descontroladamente. Eu bufei de raiva e bati a mão no volante. Cala boca, p***a! – gritei, e ela me encarou com aqueles olhos que misturavam confusão e desafio. Chegando à garagem, desliguei o carro, abri a porta e puxei Marcela para fora. Ela m*l conseguia andar, tropeçava nos próprios pés, e cada movimento parecia incerto e desajeitado. Ela ainda murmurava coisas sem sentido, como se estivesse em outro mundo. Recebi

