Capitulo II-Sinais

3041 Words
Chupo seu p*u, o gosto não é bom mas ele é tão paciente comigo, o pego acariciando a minha nuca várias vezes. — Isso Belinha, vai chupa meu p*u, chupa, esse momento merece uma foto sabia? — Olho para ele que ri com a minha expressão de susto. — Relaxe não vou tirar, tem coisas que apenas a nossa memória é suficiente para lembrar. Me levanta pelo queixo, me puxa para perto dele, que acaricia a minha boca desenhando com um dedo. — É muito melhor do que eu imaginei você tem uma boquinha muito gostosa sabia? — Não digo nada ele, que beija a minha boca ainda com o gosto r**m de esperma dele, acaricia meu seio, morde o meu lábio quando termina o beijo. — Vai ficar de costas para mim vai? — Olho para ele com um pouco de medo a noite passada não foi assim. — Fica gostosa, passei o dia inteiro lembrando da nossa noite Isabela, adorei a nossa noite, essa sua bucetinha gostosa apertadinha, deliciosa. Ele vira de costas, virando meu pescoço pra olha-lo, ele se aproxima mais de mim, penetrando devagar eu ainda sinto novamente um incomodo, não sei se é por causa da noite passada, mas a cada minuto que passa ele aumenta o ritmo e o incomodo vai embora, ele bombear dentro de mim mais forte sinto o encontro dos bagos dele na minha b***a, fazendo ploc, ploc enquanto a água cai em nós dois, ele geme me chamando de gostosa, de deliciosa, morde meu ombro, enquanto me soca tudo que pode. Apoia sua mão na parede tenta agarrar o azulejo. — Estou gozando Isa, vou gozar na sua bocetinha, essa b****a é minha é toda minha! — não digo nada pra ele, que geme mais alto como um gato no cio, metendo mais fundo em mim, beija as minhas costas enquanto suspira fundo, olho pra seu rosto, as veias da sua testa estão bastante alteradas. Após me devorar debaixo do chuveiro, tomamos banho juntos ele me passa sabonete no meu corpo, quando término me enxugo, ele se enxuga com a minha toalha, me puxa para a cama, — É Impressão minha ou cada vez que te como mais você fica mais gostosa? — Balancei a cabeça sem saber o que dizer. — Eu não sei não entendo nada disso. Arqueio vendo-o brincar com meus p****s, enquanto chupava um, aperta o outro fazendo minha v****a deseja- ló novamente dentro de mim, ele coloca uma mão na minha a******a, massageando o meu c******s, enquanto beija e chupa minha barriga, até chegar à minha v****a. — Rafa... Rafa— arfei seu nome entre os meus delírios, vi seus olhos brilhar me olhando, depois voltar a me chupar novamente, senti uma fraqueza intensa nas pernas, no início fiquei com medo de ficar paraplégica, mas a sensação era tão boa, tão prazerosa. Chego ao máximo na sua boca, chamando seu nome, me agarrando aos lençóis, enquanto ele me chupa sem parar, sento-me na cama envergonhada, ele me puxa pelas pernas me colocando de costas para ele, me penetra novamente. —Sabe o que eu vou fazer a noite toda com você essa noite? Não faz ideia, não é Isabela? — Tento balançar a cabeça. — Vou te comer todinha, até você aceitar ser minha mulher. — Fico quieta, se era pra me fazer mulher dele, que fosse logo de uma vez, pensei comigo, aquilo era tão bom. Sentindo as estocadas fortes dentro de mim, eu só queria mais, mais e mais, até ele me colocar de quatro na cama, pegar meus cabelos e enrolar na mão, me sentir uma verdadeira atriz pornô. — Ah ah, sua gostosa do c*****o. — Sinto Rafael gozar novamente dentro de mim somente após três ou quatro metidas bem gostosa, olho para ele caindo do meu lado. — Ei já cansou? A noite nem começou ainda. — Me olha cansado respirando forçado, dou um beijo em sua testa, levanto-me para tomar outro banho, dessa vez eu tinha gozado e ele também, fiquei rindo feito boba no banheiro, eu tinha me tornado uma mulher de verdade, isso era incrível. Término o banho, saio do banheiro, enrolada na toalha, a cama já estava vazia. — Rafael? — Lhe chamo para saber onde ele estava, a casa não era grande, apenas uma sala, uma cozinha, dois quartos, dois banheiros e uma área de serviço. Vi o Rafael entrar no quarto apenas de cueca, emburrado novamente. — Uma surra de b****a não foi o suficiente? — Pergunto vestindo meu short novamente. — Seu amigo está na sala te esperando. — Diz emburrado passando por mim. — O que Mariano está aí? Desde que horas? — Rafael nem me olha. — Posso dizer que desde o começo, com certeza ele deve ter escutado seus gemidos chamando meu nome, acho que toda a vizinhança escutou para ser sincero. Jogo um travesseiro nele, visto a minha blusa vou pra a sala, deixando o i****a sozinho no quarto rindo de mim. — E aê Isa? Que isso novinha que shortinho é esse? — Olhei para o Mariano envergonhada. — O teu é menor que o meu. —Digo para ele que ri para mim, com uma cara engraçada. Ele ri novamente balançando a cabeça ligando o play, enquanto eu me jogava no sofá. — O Rafa me falou que você estava consertando um carro na entrada do bairro? — Ele olhou para trás assentindo com a cabeça, ligando o Fifa. — Eu vou pedir uma pizza pra gente e o teu amigo também joga ou é mauricinho demais para essas coisas? — Eu ri ao ver que o Rafa estava voltando do quarto com a sua calça azul marinho do trabalho. — Ele joga também pow, é só o jeito dele de menino rico, mas o Rafa é de boa. — Mariano me olha com a cara de lamentação. — Então a gente vai ter que rachar o controle. — Rafael se senta a meu lado, colocando um dos braços sobre o meu ombro. — Não precisa, eu não vou jogar. — Diz pra Mariano que se senta também a meu lado, nós dois esperamos o jogo carregar, enquanto ele pedia a pizza, estava faminta. Começamos a jogar, Rafa me olha satisfeito, eu sabia que era boa naquilo. O Mariano já estava desanimando de tanto gol que eu lhe dei, quando a pizza chegou atacamos, dei a metade do dinheiro para o Mau, sabia se ele era correria como eu, toda vez que eu precisava sempre contava com ele, para consertar o carro no 0800, ou parcela alguma coisa no cartão de crédito. Quando o Mariano foi embora, já era tarde, Rafa me olha de repente. — Quer dá um passeio? — Olhei em volta, estava sem um pingo de sono, assenti, levantei pegando as minhas chaves. — Você vai assim? — Olhei para meu corpo, blusa do manchest, short moletom folgadinho curto, porém folgado, sandália havaiana no pé, cabelo preso num coque. — Vou! — Ele balançou a cabeça para o lado, pegou a sua blusa, vestiu cobrindo seu tórax maravilhoso. Passou pela porta, sai depois dele, desliguei a luz da casa, destravei o carro, ele pegou a chave da minha mão. — Own a bagunça somente eu que dirijo. — Ele ri, arqueia uma sobrancelha me olhando, umedece os lábios. — Avisa para a bagunça que sua dona agora tem dono, portanto eu também o dirijo. — Não contestei, sentei-me do lado do passageiro, vendo-o mover o banco para traz um pouco. — Pra onde nós vamos? — Ele não me olha ligando o carro. — Quando chegar lá você saberá. — Passamos o caminho apenas respondendo perguntas e dando respostas aleatórias, apesar de ter crescido juntos praticamente, e nós dar bem na cama, e eu Rafael não temos nada em comum pra conversar, ele é médico, filho dos patrões da minha mãe há vinte e oito anos, ele é rico e eu sou pobre, ele é noivo e eu solteira que esta a passeio em seu parquinho de diversões, ele já tem profissão e equilíbrio financeiro, enquanto eu não tenho ideia do que cursar na faculdade. Chegamos a uma colina, ele estaciona o carro, o resto do percurso vamos a pé, apesar de rodar a cidade o dia inteiro, eu não tenho ideia de onde estou. Ele segura em minha mão porque não avisou que era preciso subir uma montanha e a bonita ter vindo de havaiana ao invés de tênis como ele. Ele cobri meus olhos quando estamos perto, subo até em cima de olhos fechados. — Tenho certeza de que você vai adorar este lugar. — Diz me aproximando do seu peito, sinto minhas costas nele, sua respiração é alternaz, um pouco pesada por causa do esforço de subir, suas mãos finas e quentes sob os meus olhos impedindo a minha visão. Dou risada curiosa, adoro paisagens e silencio. — Vai Rafa me deixa ver logo isso. — Ele ri atrás de mim. — Promete me dizer se não gostar? — Balanço a cabeça sentindo um pouco mais que curiosa. — Esta bem! — Ele tira as suas mãos dos meus olhos, estou diante da cidade bem distante, não vejo casas, apenas luzes como estrelas no céu escuro. — É é e... — Não consigo falar porque acho lindo, ele vem pra minha frente, fica me olhando, eu não consigo olhar pra ele, porque sinto algo inexplicável ao olhar aquele lugar, aquela paisagem, as luzes se concentram apenas em brilhar como estrelas, normalmente vemos luzes, mas não este brilho, elas se conectam. — É o que? Não gostou? — Pergunta me fazendo olhar para ele, coloco meu dedo em seus lábios, até o silêncio me dá a sensação de céu, de paz, de que Deus está aqui. Ele sorri me olhando, depois volta para trás de mim. Meus olhos vageiam por cada canto, por tudo que aquilo representa, o brilho em meio a escuridão. Sinto sua mão pegar na minha, num entrelace de dedos, ele cheira meu cabelo, fazendo soltar-se do coque habitual, olho para ele que me olha em cada detalhe, meu cabelo parece ter partindo-se ao meio. Me olha como se fosse nosso último momento juntos, ou último em nossas vidas. —Eu não queria me apaixonar por você, mas estou apaixonado confesso, olho para o meu céu estrelado depois pra você e vejo o seu sorriso, seus olhos pretos brilhando entre as estrelas, eu não sei qual o sentido da vida, na verdade nunca soube, mas quando estou do teu lado, pela primeira vez eu não me importo com isso, sabe, eu só quero estar com você, viver com você assim até isso acabar, na verdade eu não quero isso nunca acabe. — Ele me olha nos olhos, beija a minha boca com paixão, sinto sua mão em minha blusa, nesse carinho ele me dieta no chão, beijando a minha boca sobre mim, entre as minhas pernas. Fecho meus olhos, as lágrimas vão descendo por minhas laterais do rosto, se fosse há muito tempo que eu escutasse aquelas palavras fariam tanto sentido para mim, mas agora ainda me comovia muito, mas não como seria antes, de eu ter que me tornar a Isabella, popularmente a Maria João da escola, a Maria sapatão, desaprendi a acredita no amor. — Isso é sério Rafael? — Ele assentiu deitando-se sobre mim, e em seguida tirando a sua blusa, abre a sua calça, tira a minha blusa, beija todo o meu corpo por inteiro. Por cima de mim, ele me penetra com carinho enquanto me beija estando no meio das minhas pernas, sua barriga na minha, seu peito no meu, gemendo e me fazendo gemer e arfar a cada movimento dele sobre mim, mordendo o canto da minha boca, beijando me dando prazer, olho pra o céu escuro da noite, as estrelas, seus olhos verdes que me olham com desejo, sua mão acaricia meu rosto com carinho, me fazendo gozar pra ele sobre aquela grama, ele mordisca a minha boca quando me ver chegar ao máximo, não demora chegar também. — Você é especial para mim Isabela. — Diz quando termina de derramar em mim, me fazendo ir as nuvens, me beija, vestimos nossas roupas, ficamos sentados até a neblina cair. Fomos para o carro, ele sorria e me abraçava por todo o caminho, na volta eu assumi a direção, é o que mais ciúmo é do bagunça, é tudo que sobrou do meu pai pra mim. Chegamos em casa, tomo banho enquanto ele responde mensagens no celular, me enxugo, hidrato a minha pele, coloco meu pijama pra dormir, quando ele entra no quarto me olha, suspira. — O que eu faço com você Isabela? — Balanço a cabeça, nem eu sei. Dormimos agarrados na minha cama, quando acordei o quarto estava vazio a cama também. Talvez fosse melhor assim, depois da noite passada, penso, enquanto preparo meu café da manhã. Me arrumo e tento seguir a minha vida como antes, mas como? Se antes eu conseguir seguir em frente era porque eu não havia chegado a tanto, Rafael foi o meu primeiro e único beijo, na adolescência, me deixando feliz até descobrir que ele havia feito uma aposta com os demais rapazes, porque eu era a mais feia da escola. Passou-se quatorze dias, fui a sua casa algumas vezes com o pretexto de ver a minha mãe e a minha madrinha e em nenhuma das vezes as duas mulheres falaram algo sobre ele, eu também não perguntei, comecei a achar que eu era péssima de cama, e vários outros pensamentos idiotas veio a minha cabeça. Voltei a minha rotina de antes, pelo menos tentei voltar a rodar por toda a cidade sem pensar no Rafael entrando ou saindo de algum canto. O mais difícil era querer falar com a Louise sobre o que estava me afligindo, mas não tinha coragem, ela é a minha única amiga, após pega-la em casa e deixa-la em frente a empresa, senti seus olhos azuis percorrendo o meu corpo corriqueiramente, ela suspeitava de alguma coisa que eu tentava esconder. Será que era visível que eu não era mais virgem? Me perguntei arqueando uma sobrancelha para ela ao lado do carro. — O que foi Louise? —Ela parou de analisar meu corpo voltando seus olhos para mim. —Ah? nada só estava, estava... Isa você esta diferente. Sorri muito sem graça, sim é evidente que estava diferente tinha perdido a minha virgindade. — Não, não estou, é neura sua Louise. — Dou a volta no carro para o meu lado com ela ainda de pé com sua bolsa Gucci na mão usando seu conjuntinho de saia e casaco quadriculado cor amarelo com preto. — Ok, passo mais tarde para o almoço. — Ela olhou no relógio faz bitoca com os lábios de batom rosa sai andando no seu salto preto. Depois de deixar a Louise no trabalho decido ir visitar a minha mãe e ao chegar à casa Johnson encontro na saída as duas patricinhas juntas, Suzana e Anelise saindo da casa indo para a garagem. — Espero que você não tenha deixado essa lata velha na porta da minha casa. — Ouço a Suzana falar em voz alta ao me ver entrado pelo portão que dava acesso aos fundos. — Não se preocupe, nunca o estaciono na porta. — Digo e escuto Anelise falar algo em outro idioma que eu não entendi e a Suzana também pareceu não entender o que ela disse, deixei as duas, indo ver a minha mãe, chego a área de serviço ela recolhe algumas roupas do varal. — Bom dia mãe— Lhe cumprimento ao colocar o pé na área, ela me olha por um instante por fim volta a recolher suas roupas. — Bom dia Filha. — Me aproximo pegando o montante de roupas limpas em suas mãos para colocar no quarto de empregadas. — Como está? — Escuto a pergunta, olho para ela que ainda estava em cima do banquinho de plástico com pernas de metal, tentando equilibrar-se como um equilibrista de circo. — Bem, estou muito bem mamãe e a senhora como está e a tosse melhorou? — Volto novamente até ela pegando outro montante de roupas. — Como Deus quer né filha, cheia de coisas para fazer e o seu trabalho, eles te liberam essa hora por quê? — Lembro que ela ainda acreditava que eu trabalhava numa loja de roupas como vendedora que ganha por comissão. Coço a minha nuca. — é mãe, eu faço bastante horas extra a senhora sabe. — Ela me olha descendo do banco, seguro sua mão para lhe apoiar, passa por mim indo para a cozinha. — Tenho que fazer comida vegana a noiva do Rafa não come carne, é vegan. — Vi ela fazendo um biquinho com os lábios como quem desdenhasse disso. — E ele, mãe cadê? — Ela abaixa na geladeira pegando alguns vegetais. — Ajeitando o tal do consultório, Senhor Mike disse que não vai ajudar em nada com esse custo, acredita? — Coloco meu o braço na porta branca apoiando meu corpo. — É mesmo mãe e a madrinha vai deixar? — Ela balançou a cabeça negando. — Não, é claro que não, mas é que o Rafa gastou mais que o esperado lá na faculdade e agora é que eles tão vendo o preço. — Continuo de pé ouvindo a história toda para saber se ele estava em casa, mas sobre isso a minha mãe não fala nada, apenas me disse que ele perguntou por mim e queria me ver, nada mais, mas se queria me ver sabe perfeitamente onde moro, meu número de celular, pra ligar ou mandar mensagens. Termino de ouvir as histórias da minha mãe voltei ao trabalho, não era fácil trabalhar como motorista pela cidade, quando menos esperava a Louise estava me ligando para avisar que não ia almoçar em casa naquele dia, estranhei mas não poderia fazer nada, desde a última que soube por seu pai que ela havia sofrido uma tentativa de estupro e ela não quis me falar sobre o assunto não perguntei muito sobre a vida dela, se realmente aconteceu eu não sabia, mas agora desconhecia minha melhor amiga.
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