Delegado Vitório Ela negou rapidamente, mas havia sangue demais, em seu corpo, sangue fresco, sangue velho. Eu não confiava, ou um maldito instito me dominou ao tocar em seu rosto, em seus ombros, vê-la trêmula, assustada a negar, uma pistola ainda mão. Assombrada, talvez, de uma maneira que odiei vê-la, a forma como agarrada a aquele metal, como se garantisse a sua sobrevivência, que ao pega-lo, ela o prendia. — Isabell, solte. — Seus olhos quando busquei, eu queria abraça-la, ter i********e o suficiente para dizer que sou eu. Mas quem era eu? Até notar que ela o olhou. O marido dela estava ali, estacando na parede, Grego observava nós dois, alguma coisa dura no olhar dele. Talvez ele tivesse entendido, ou talvez já soubesse fazia tempo, se não, era um péssimo momento para descobert

