Diogo Vitório Aquela mulher era uma verdadeira tentação, um teste de resistência para qualquer sanidade que me restasse. Eu m*l conseguia desviar os olhos da curva da sua b***a enquanto subíamos, a imagem dela rebolando na festa, e a memória dela sobre mim naquela delegacia, queimando como brasa na minha mente. Eu me perguntava, repetidamente, por que ela escolhera ser a fiel daquele traficante, mas a resposta estava ali, na insolência do olhar, na coragem de quem não se dobra. — Vai ficar me olhando? — Perguntei, cortando seus pensamentos. — Para quem está cheia de carrapicho na roupa e certamente suada, você está observando demais. Isabel mordeu o lábio inferior, apoiando-se na porta do quarto ao lado do meu com uma incerteza que não era do feitio dela. — Que horas o hotel volta ao

