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770 Words
Capítulo 7 Imperador narrando Meses se passaram e eu não tive noticias de Fabiene, o dinheiro das contas sumiram e do cofre também. Eu estava no baile e só sabia beber e me drogar, jamais achei que ficaria tão m*l por causa dela, prometi o mundo a ela e não conseguia acreditar que ela tinha me abandonado após ir até lá para resolver algo que daria p******o a ela e que se fosse jogado na boca do povo, a machucaria de mais e a prejudicaria também. — Não acha que está se drogando de mais? – Samanta fala sentando no meu colo e eu a encaro — Vaza daqui – eu falo para ela — Para de besteira – ela fala beijando meu pescoço – faz seis meses que ela foi embora, fica ai só bebendo e se drogando, não aproveita o melhor da vida, daqui a pouco vai morrer e ela vai tá lá feliz, sentando para outro. — Sai de cima – falo empurrando ela — Que isso Imperador? – ela pergunta — Olha como você fala da Fabiene – eu falo para ela – ninguém fala dela dessa forma aqui dentro. — Que caó cara – Samanta fala me olhando – ela te abandonou, meteu o pé e você ainda fica valorizando essa louca? – eu a encaro – escuta o que vou te dizer, Fabiene nunca te amou, só te usou, fez o pé de meia dela e foi embora, deve estar lá para as Europas fazendo os cursos que ela queria fazer. Eu saio do baile cheio de nó na minha cabeça, entro na boca e encontro Rafael, que era irmão da Fabiene, ele me encara e eu o encaro. — Teve noticias da doida da tua irmã? — Nada – ele fala – estou ficando preocupado , com medo que alguém fez m*l a ela. — As câmeras mostraram bem que ela saiu com as próprias pernas. — Fabiene não é de ficar dando mole assim – ele fala — Eu já não sei se conheço ela – eu respondo — E o que você foi fazer fora do morro? – ele pergunta – e se ela descobriu que tu fez algo de errado? – eu o encaro e acendo o baseado. — Não fiz nada que não fosse pelo bem dela e do morro – eu falo jogando o baseado fora e pisando em cima – d***a r**m da p***a, c*****o! — É a d***a que tu produz – ele fala e eu o encaro. Capítulo 8 Imperador narrando 1 ano depois.... A carga que a gente ia roubar era de armamento forte da polícia, a gente estava na ronda esperando que o caminhão viesse. — O que é isso – Rafael fala baixo e eu encaro eel — O que foi? – eu pergunto e ele me olha — Nada não – ele responde — O que foi Rafael? – eu pergunto para ele e ele me encara — Acabarma de me enviar de um numero desconhecido – ele fala me mostrando a foto. Era a foto de Fabiene casando com um cara, eu pego o celular dele, olho a foto e engulo seco a raiva que eu estava sentindo, jogo o celular dele no chão e atiro na p***a do celular. — Que isso cara meu telefone c*****o – ele fala — Tua irmã já deveria ter esse filho da p**a como amante. — Fabiene era louca por você – ele fala – duvido que você não pisou na bola com ela. — Jamais pisaria na bola com ela – eu respondo para ele – sempre fui apaixonado por ela e você sabe disso. — A carga tá chegando – Gabriel fala Nesse momento eu engulo seco o ódio que eu senti ao ver a foto da Fabiene ao lado daquele cara, também penso que não deveria ter quebrado o celular, deveria ter descoberto quem é, com certeza ela saiu daqui para ficar com esse m***a. O caminhão se aproxima e tinha viaturas da policia, mas a gente era o dobro e começamos atirar, furamos os pneus e os policias desce atirando na gente, alguns conseguem fugir , outros ficam para fazer guarda e a gente vai para cima com tudo. O ultimo que sobrou, eu miro a arma na cabeça dele. — Imperador, você vai arrepender disso – ele fala me olhando e eu o encaro — Manda lembranças para o d***o – eu falo acertando a bala na cabeça dele. Nesse exato momento, os vapores começam a comemorar , a gente entra no caminhão e leva a carga embora.
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