MANUELA . . .
Playboy: Tu vai pra escola amanhā,
né?- perguntou quando terminamos
de comer, assenti.- Bora me deixar na
porta então.
Assim que abri a porta dei de cara com
minha tia que quando olhou para além
de mim abriu um sorriso de orelha a
orelha.
Solange: Boa noite.- passou pora gente
mas ele nem fez questão de responder.
Saímos, não tỉnha ninguém na rua só o
frio que me fez arrepiar, albracei meu
próprio corpo.
Playboy: Vem cá.- se encostou na
moto e me puxou para o meio de suas
pernas.- Tu já beijou?- apertou minha
cintura.
Eu: Sim, né- meu coração já estava
saindo pela boca.
Ele enfiou a mão no meu cabelo e
puxou, fechei os olhos.
Quando voltei a abrir ele já estava
bem mais perto olhando para minha
boca. Hesitei mas acabei unindo nossos
lábios, ia ser só um beijo, 0 que tem de
mal?
Ele abriu a boca e sugou meu lábio
inferior. Logo enfiou a sua língua na
minha boca, no começo fiquei meio
perdida mas peguei o ritmo.
O beijo dele era mil vezes melhor
do que o do Luiz, tinha pegada, me
deixava mole. Ele mordeu meu lábio
e acabei soltando um gemido, eu era
fraca demais para essas coisas.
Playboy: Pô, faz isso não, tô tentando
me controlar- sussurrou.
Ficamos mais um pouco se beijando e
ele foi para casa, eu tinha que acordar
cedo amanhã.Entrei e já encontrei
minha tia com um cigarro de maconha
na mão.
Solange: Finalmente fez algo que
preste.- olhei para ela sem entender.-
O sub, Manuela? Que peixão.- disse
animada.- Já tá dando pra ele?
Eu: Tia.- a repreendi.
Solange: Querida, pra segurar um
homem igual ele é só um chá de buceta
bem dado.- revirei os olhos.- E você
ainda é virgem, ele vai adorar.
Fui para cozinha lavar a louça e deixei
ela falando sozinha. Terminei, tomei
banho e caí morta na cama, antes
de dormir ainda fiquei um temp0
lembrando do Playboy e rindo igual
uma b***a, Deus me ajude.
. . .
Acordei animada para o choque
completo da nação. Nem na escola
me estressei, inacreditável. Estava
voltando para casa quando avistei ele
Com uns caras da boca, meu coração
acelerou.
Ele olhou diretamente para mim e
voltou a conversar. Não fez nenhuma
expressão facial, não acenou, não fez
merda nenhuma. Meu sangue esfriou,
era como se tivessem jogado um balde
gelado em mim, 0 coração estava
pequenininho agora.
Como pude criar expectativas tão
rápido? Burra mil vezes.
Mudei o trajeto e fui para casa da Luana.
Eu: Ele tem vergonha de mim, amiga.-
falei assim que ela abriu a porta. . .