cap 06 ele tem vergonha de mim

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MANUELA . . . Playboy: Tu vai pra escola amanhā, né?- perguntou quando terminamos de comer, assenti.- Bora me deixar na porta então. Assim que abri a porta dei de cara com minha tia que quando olhou para além de mim abriu um sorriso de orelha a orelha. Solange: Boa noite.- passou pora gente mas ele nem fez questão de responder. Saímos, não tỉnha ninguém na rua só o frio que me fez arrepiar, albracei meu próprio corpo. Playboy: Vem cá.- se encostou na moto e me puxou para o meio de suas pernas.- Tu já beijou?- apertou minha cintura. Eu: Sim, né- meu coração já estava saindo pela boca. Ele enfiou a mão no meu cabelo e puxou, fechei os olhos. Quando voltei a abrir ele já estava bem mais perto olhando para minha boca. Hesitei mas acabei unindo nossos lábios, ia ser só um beijo, 0 que tem de mal? Ele abriu a boca e sugou meu lábio inferior. Logo enfiou a sua língua na minha boca, no começo fiquei meio perdida mas peguei o ritmo. O beijo dele era mil vezes melhor do que o do Luiz, tinha pegada, me deixava mole. Ele mordeu meu lábio e acabei soltando um gemido, eu era fraca demais para essas coisas. Playboy: Pô, faz isso não, tô tentando me controlar- sussurrou. Ficamos mais um pouco se beijando e ele foi para casa, eu tinha que acordar cedo amanhã.Entrei e já encontrei minha tia com um cigarro de maconha na mão. Solange: Finalmente fez algo que preste.- olhei para ela sem entender.- O sub, Manuela? Que peixão.- disse animada.- Já tá dando pra ele? Eu: Tia.- a repreendi. Solange: Querida, pra segurar um homem igual ele é só um chá de buceta bem dado.- revirei os olhos.- E você ainda é virgem, ele vai adorar. Fui para cozinha lavar a louça e deixei ela falando sozinha. Terminei, tomei banho e caí morta na cama, antes de dormir ainda fiquei um temp0 lembrando do Playboy e rindo igual uma b***a, Deus me ajude. . . . Acordei animada para o choque completo da nação. Nem na escola me estressei, inacreditável. Estava voltando para casa quando avistei ele Com uns caras da boca, meu coração acelerou. Ele olhou diretamente para mim e voltou a conversar. Não fez nenhuma expressão facial, não acenou, não fez merda nenhuma. Meu sangue esfriou, era como se tivessem jogado um balde gelado em mim, 0 coração estava pequenininho agora. Como pude criar expectativas tão rápido? Burra mil vezes. Mudei o trajeto e fui para casa da Luana. Eu: Ele tem vergonha de mim, amiga.- falei assim que ela abriu a porta. . .
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