PLAYBOY . . .
Joguei uma verde pra saber se ela
tinha algo com o Lobo, quando recebi a
confirmação que não, o pai partiu para
o ataque.
Já fiquei com vontade de pegar ela
desde o primeiro minuto que vi lá na
boca, olho lindo da p***a, mas achei
que estava com meu parceiro e talarico
morre cedo por aqui.
Pedi para um vapor passar o pente fino
nela e quando fui levar ela para casa já
sabia até o nomne do bisavô. Vi que ela
era de responsa e carregava uma barra
pesada.
Matheus: Pai.- saí dos meus
pensamentos com o moleque me
chamando.
Eu: Fala tu.
Matheus: Ela é sua namolada?-
perguntou embolado.
Eu: Não.- ri.
Matheus: Mas só beja na boca quem
namola.
Eu: Quando você crescer vai entender
o esquema direito.- ele assentiu.
Chegamos em casa rápido, dei um
banho nele mesmo ele reclamando. Foi
questão de minutos para o moleque
apagar, também só faltou voar na
praça porque o resto ele fez.
Tomei uma ducha também e caí do
lado dele cansado.
Deixei a cria cedo na casa da mãe dele, voltei para casa e organizei a contabilidade dessa
semana da boca.
Quando vi no relógio já ia dar nove e
meia da noite, c*****o mané nem vi o
tempo passar. Tomei banho, me trajei,
borrifei um litro de perfume, subi na
minha RR e parti.
Eu: Fala tu, novinha.- encostei a moto
no meio fio perto dela.
Manu: Que susto, garoto.- colocou a
mão no peito.
Eu: Sou tão feio assim?- sorri de lado, o
pai aqui sabe fazer charme.
Manu: Não, nada a ver.- respondeu
rápido.-E que não tem quase ninguém
na rua...- jogou no ar.
Eu: Sobe.- ela olhou para garupa da
moto e depois para mim.- Sobe.- repeti.
Ela pareceu acordar para vida e
montou na moto. Chegamos rapidinho
na goma dela.
Eu: ai, m*l educada, vai me chamar
para entrar não?
Manu: E que eu não sei se minha tia já
voltou, a casa pode tá uma bagunça.-
fez careta.
Eu: Tenho medo de bagunça não, pô.-
desci da moto.
Entramos e a casa dela até que era boa,
não era grande mas também era bem
melhor do que várias aqui do morro.
Deve ser porque antes de se drogar a
tia dela trabalhava e tinha o tio que
também era trabalhador.
Estava até agora procurando a bagunça que ela disse que tinha. Passei o dedo em um dos móveis e não saiu sujeira, p***a, preciso levar essa mina lá em casa.
Manu: Vai querer comer?- estava com
a blusa dobrada deixando uma parte
da barriga à mostra.
Eu: Teu umbigo é furado?- perguntei o
que me martelava desde o almoço, ela
não tinha cara de quem usava essas
coisas.
Manu: É, ué. Acho bonito.- também
achava.- Fala, quer comer?- assenti.
Eu: Hoje eu m*l comi trabalhando.- me
joguei no sofá.
Manu: Você não gosta muito de ficar na
boca não, né?- assenti.
Eu: Como tu sabe?
Manu: Porque aquele dia foi a primeira
vez que te vi.
Eu: Tu tem que parar de ir lá, lá não é
lugar pra tu.- ela deu de ombros.
Fiquei assistindo televisão e não
demorou muito para ela me chamar.
Ela fez miojo com vários bagulhos
lá, ficou mó gostoso, a novinha dava
aula na cozinha . . .