cap 05 não vai me convidar pra entrar

557 Words
PLAYBOY . . . Joguei uma verde pra saber se ela tinha algo com o Lobo, quando recebi a confirmação que não, o pai partiu para o ataque. Já fiquei com vontade de pegar ela desde o primeiro minuto que vi lá na boca, olho lindo da p***a, mas achei que estava com meu parceiro e talarico morre cedo por aqui. Pedi para um vapor passar o pente fino nela e quando fui levar ela para casa já sabia até o nomne do bisavô. Vi que ela era de responsa e carregava uma barra pesada. Matheus: Pai.- saí dos meus pensamentos com o moleque me chamando. Eu: Fala tu. Matheus: Ela é sua namolada?- perguntou embolado. Eu: Não.- ri. Matheus: Mas só beja na boca quem namola. Eu: Quando você crescer vai entender o esquema direito.- ele assentiu. Chegamos em casa rápido, dei um banho nele mesmo ele reclamando. Foi questão de minutos para o moleque apagar, também só faltou voar na praça porque o resto ele fez. Tomei uma ducha também e caí do lado dele cansado. Deixei a cria cedo na casa da mãe dele, voltei para casa e organizei a contabilidade dessa semana da boca. Quando vi no relógio já ia dar nove e meia da noite, c*****o mané nem vi o tempo passar. Tomei banho, me trajei, borrifei um litro de perfume, subi na minha RR e parti. Eu: Fala tu, novinha.- encostei a moto no meio fio perto dela. Manu: Que susto, garoto.- colocou a mão no peito. Eu: Sou tão feio assim?- sorri de lado, o pai aqui sabe fazer charme. Manu: Não, nada a ver.- respondeu rápido.-E que não tem quase ninguém na rua...- jogou no ar. Eu: Sobe.- ela olhou para garupa da moto e depois para mim.- Sobe.- repeti. Ela pareceu acordar para vida e montou na moto. Chegamos rapidinho na goma dela. Eu: ai, m*l educada, vai me chamar para entrar não? Manu: E que eu não sei se minha tia já voltou, a casa pode tá uma bagunça.- fez careta. Eu: Tenho medo de bagunça não, pô.- desci da moto. Entramos e a casa dela até que era boa, não era grande mas também era bem melhor do que várias aqui do morro. Deve ser porque antes de se drogar a tia dela trabalhava e tinha o tio que também era trabalhador. Estava até agora procurando a bagunça que ela disse que tinha. Passei o dedo em um dos móveis e não saiu sujeira, p***a, preciso levar essa mina lá em casa. Manu: Vai querer comer?- estava com a blusa dobrada deixando uma parte da barriga à mostra. Eu: Teu umbigo é furado?- perguntei o que me martelava desde o almoço, ela não tinha cara de quem usava essas coisas. Manu: É, ué. Acho bonito.- também achava.- Fala, quer comer?- assenti. Eu: Hoje eu m*l comi trabalhando.- me joguei no sofá. Manu: Você não gosta muito de ficar na boca não, né?- assenti. Eu: Como tu sabe? Manu: Porque aquele dia foi a primeira vez que te vi. Eu: Tu tem que parar de ir lá, lá não é lugar pra tu.- ela deu de ombros. Fiquei assistindo televisão e não demorou muito para ela me chamar. Ela fez miojo com vários bagulhos lá, ficou mó gostoso, a novinha dava aula na cozinha . . .
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