— Você é linda! Me deixa te dar um beijo? - o Guga pergunta encarando a minha boca.
— Não posso. - respondi pra ele e o mesmo tira o olhar da minha boca e me encara.
— Por que? Vai me dizer que não gosta de homens? - pergunta com as sobrancelhas arqueadas e acaricia a minha bochecha com o polegar.
— Eu gosto de homens. - digo e percebo o Guto estreitar os olhos com excitação.
— Fica comigo? Você não sabe o quanto eu sou afim de você. - ele se aproxima mais um pouco e eu me preparo para empurrá-lo, mas antes que eu faça isso a Marina chega do nosso lado e dá um tapa no rosto dele.
— Como você tem coragem de vir dar em cima de outra poucos minutos depois da gente ter transado? - a garota diz fumaçando de raiva e chamando a atenção de algumas pessoas que estavam próximas.
— Mari foi uma recaída mas... - o Guga começa a falar mas recebe outro tapa.
— Acha que vai me usar e depois fingir que nada aconteceu? E tudo por causa dessa sem sal. - Mari se vira pra mim e começa a puxar meus cabelos e nós duas caímos no chão.
Logo chega um monte de gente gritando ao nosso redor enquanto eu tento empurrar as mãos dele pra soltar o meu cabelo.
É quando eu sinto duas mãos fortes me puxando e me fazendo levantar; eu poderia estar em completo breu que eu reconheceria essas mãos grandes.
É o Dorian!
Me viro e encaro aquelas duas safiras me olhando com firmeza.
— Quem é esse cara? - ele me pergunta sério e percebo a raiva no seu olhar, mas antes que eu consiga explicar a Bia chega ao meu lado juntamente com o resto da nossa turma.
— Bia, o que aconteceu? - minha amiga me pergunta.
— Ela estava dando em cima do meu namorado. - Marina grita e eu olho pra o Doria e percebo o rosto dele ficar vermelho.
— Que mentira! Eu não fiz nada disso! - respondi com raiva.
— Você é uma sonsa que se faz de coitadinha pra todo mundo por causa do seu pai! - gritou e eu senti meu rosto queimar de vergonha. Então a única coisa que eu fiz foi sair correndo dali.
— ROM! - escuto a voz da Bia atrás de mim, ela consegue me parar na esquina da casa dele. — Não liga pra o que a Mari disse, todo mundo sabe que o Guga vive dando em cima de você.
— Ela falou merda do meu pai. - falei baixinho e magoada.
— Não fica assim amiga. - ela diz e me dá um abraço, logo escuto o ronco do carro do Dorian parar do nosso lado. — Eu pedi o meu irmão pra ir te deixar em casa, pois já tá tarde pra ir no ponto de ônibus, mas se você não quiser ir com ele eu mesmo posso te levar.
— Não precisa eu vou com ele. - respondi na velocidade da luz. — Se preocupa não.
— Me manda mensagem tá.
— Mando sim. - respondi e ela voltou pra casa dela e então eu me virei e encontrei a porta da Ferrari black já aberta, suspirei e entrei na mesma.
— Pra onde você quer ir? - ele pergunta com aquela voz grave.
— Como assim? Não vamos pra sua casa?
— Só se você quiser, se preferir ir pra sua casa eu vou entender. - ele diz com um tom mais sério do que o normal.
— Quero ir pra sua casa. - falei e ele ligou o carro e saiu dali, seguiu todo o caminho em silêncio até quando entrou no estacionamento do prédio. Ele parou o carro e desceu do mesmo em silêncio, depois veio e abriu a porta para mim, depois virou as costas ainda em silêncio e já ia em direção ao elevador, então eu não aguentei mais e puxei ele pela camisa com tanta força que o fez cambalear para trás.
Ele se virou e me jogou contra o carro, colou o corpo no meu e me beijou com fervor, intensidade e força.
Sua língua invadiu a minha boca com violência enquanto suas mãos passeavam pelo o meu corpo me apertando com urgência, seu m****o se roçava contra mim, duro como pedra. Um t***o incontrolável começou a tomar conta de mim, minha respiração ficou tão ofegante que eu tive que virar o rosto para procurar pelo o ar.
— Quem é aquele cara? - ele perguntou sem disfarçar a raiva na sua voz.
— Não é ninguém, eu tava dispensando ele quando aquela i****a me atacou. - expliquei pra ele.
— Ele tocou na sua bochecha. - ele diz me agarrando com possessividade. — Ninguém pode tocar em você, entendeu?
— Entendi! - falei mole pra ele.
— Só eu posso te tocar! Só eu! - diz entredentes e começa a chupar toda a região do meu pescoço, ombro e orelha, as mãos dele passeiam no meu corpo me apertando forte e me deixando louca.
— Ainn Dorian. - falei dengosa e ele soltou aquele grunhido que faz a minha i********e pulsar.
— O que você quer bebê? Quer que eu te f**a aqui? - pergunta me virando e encostando meu peito no capô da Ferrari, ele puxa meus quadris me fazendo empinar e roça o p*u dele na minha b***a.
— Eu queroooo - disse com a voz manhosa e senti ele puxar minha calcinha pra baixo. Escuto ele cuspir e de repente sinto ele metendo dois dedos em mim.
— Dorian, eu quero você.
— c*****o Rom! Por que você tem que me enlouquecer assim? - ele diz e cospe agora no próprio p*u e vai metendo em mim devagar. — Você me fez viajar mais cedo de Jersey até a casa dos meus pais só por que fiquei com ciúmes.
Ele vai falando com a voz carregada enquanto me estoca devagar. Puxa o meu cabelo pra trás e fala baixinho na minha orelha:
— Eu sabia que algum babaca iria arrastar a asa pra você nessa festa. E eu não podia deixar isso acontecer. - ele diz e me dá um tapa na b***a. — Por que você é minha.
A cada palavra dele eu vou ficando mais mole.
— Essa b*******a apertadinha é só minha Rom! Só. Minha...
— Sim! Só sua. - disse gemendo pra ele e o mesmo suspira de satisfação no meu ouvido.
— Só eu que posso comer você? - pergunta mordiscando a minha orelha e mete tão fundo que sinto suas bolas bater nas minhas cavidades.
— Sim... só... você... - falei entre as estocadas e rebolando pra ele, e quando recebo um tapa forte no bumbum percebo que consegui ter o efeito que eu queria. — Ainnn Dorian!
— Cachorra! Você sabe que me deixa doido assim. - ele diz e aumenta a velocidade, me estocando com brutalidade, fazendo um barulho alto que chamaria a atenção das pessoas se não tivesse tudo escuro e não fosse de madrugada.
— Aanh... delíciaaaan - gemi pra ele.
— Quem é o seu homem? Quem é? - me pergunta e começa a acariciar o meu clítoris.
— Você.... Você.... Aaannn!
Ele começa a me masturbar no meu clítoris enquanto me maceta sem dó e em pouco tempo eu sinto aquela onda deliciosa tomar conta do meu corpo e g**o pra ele.
— Caralhoooo! - ele urra e eu sinto os seus jatos quentes me invadindo.
— Delícia! - Dorian diz e me dá um tapinha carinhoso na b***a. Sinto as mãos dele subindo a minha roupa e depois me vira de frente pra ele me puxando pra um beijo mais calmo, lento e demorado, cheio de carinho.
— Sinto muito pelo o que aquele garoto disse sobre o seu pai. - ele diz afagando a minha bochecha. — Você é uma princesa muito linda, não merece passar por essas coisas.
Diz com carinho e eu o abraço forte, e de repente sinto a sensação de que estou exatamente onde eu deveria estar.
Nos braços do meu Dorian.
— Quero dormir abraçadinha com você. - eu disse olhando fundo nos seus olhos.
— Você vai minha bebê. - ele diz e me pega no colo. — Não tem nada que me faça desgrudar de você hoje.